<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>CDL de Anápolis &#187; pesquisa</title>
	<atom:link href="http://home.cdlanapolis.com.br/cloud/pesquisa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://home.cdlanapolis.com.br</link>
	<description>Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Sep 2010 18:59:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Homens concentram 80% dos maiores rendimentos do país</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2684/homens-concentram-80-dos-maiores-rendimentos-do-pais/</link>
		<comments>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2684/homens-concentram-80-dos-maiores-rendimentos-do-pais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 18:43:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://home.cdlanapolis.com.br/?p=2684</guid>
		<description><![CDATA[Apesar do ingresso cada vez mais frequente das mulheres no mercado de trabalho, a diferença de rendimento entre os trabalhadores do sexo masculino e feminino continua no país. Segundo a Pnad 2009 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), os homens representam 80% do total dos brasileiros com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/09/homem_e_dinheiro_ig_estilo_224_298.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2685" title="homem_e_dinheiro_ig_estilo_224_298" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/09/homem_e_dinheiro_ig_estilo_224_298.jpg" alt="" width="298" height="224" /></a>Apesar do ingresso cada vez mais frequente das mulheres no mercado de trabalho, a diferença de rendimento entre os trabalhadores do sexo masculino e feminino continua no país. Segundo a Pnad 2009 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), os homens representam 80% do total dos brasileiros com renda superior a 20 salários mínimos mensais – à época o equivalente a R$ 9.300,00.</p>
<p>Os dados apontam que de 624 mil pessoas ocupadas que recebiam os melhores rendimentos no país, 503 mil eram homens e apenas 121 mil, mulheres. Elas recebiam, em média, 67,1% do que recebiam eles: R$ 786,00, enquanto os homens tinham rendimento médio de R$ 1.171,00. Somando os valores dos dois sexos, a média nacional de rendimento ficou em R$ 1.006,00. O levantamento exclui as pessoas que informaram não ter rendimento naquele ano.</p>
<p>A diferença de renda entre homens e mulheres fica mais evidente quando comparada a proporção dos trabalhadores, entre os dois sexos, que recebem mais de 20 salários mínimos. Enquanto 0,9% do total de homens com renda ganhavam mais de R$ 9.300,00 por mês no ano passado, apenas 0,3% delas conseguiram a mesma condição financeira.</p>
<p>A pesquisa do IBGE aponta ainda que 34,9% das mulheres ocupadas, com idade igual ou acima de 10 anos, recebiam até um salário mínimo –9,6 pontos percentuais a menos que a média dos homens. No Nordeste, essa média chega a 50%, enquanto no Sul o número não passa de 24%.</p>
<p>Levando em conta todas as mulheres em idade ativa, a partir de 10 anos, a Pnad 2009 revela que 77,7% das mulheres têm renda que não superam dois salários mínimos, chegando à marca de 88% no Nordeste. No sexo masculino, a média nacional foi de 64,4%.</p>
<p>Entre as unidades federativas do país, o menor salário das mulheres era pago no Piauí (R$ 541,00), e o maior no Distrito Federal (R$ 1.879,00). Já entre o sexo masculino, a menor média era de R$ 686,00, no Piauí, e a maior de R$ 2.239,00, no Distrito Federal.</p>
<p>Além de ganharem menos, as mulheres têm o dobro de participação entre as pessoas sem renda no Brasil. Enquanto 12,1% delas não tinham nenhum rendimento em 2009, entre eles a média era de apenas 6,4%.</p>
<p>Entretanto, levando-se em conta os dados da Pnad dos cinco anos anteriores, percebe-se que a diferença salarial vem caindo ano a ano. Em 2004, as mulheres com renda ganhavam, em média, R$ 613,00. Em meia década, o valor saltou 28%. Já entre os homens com renda, no mesmo período, os salários tiveram alta de 21% – em 2004 era de R$ 964,00. Nesse mesmo período, o rendimento médio do brasileiro cresceu 25%.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: UOL</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2684/homens-concentram-80-dos-maiores-rendimentos-do-pais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Taxa de analfabetismo cai 1,8 ponto percentual em cinco anos e atinge 9,7%</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2675/taxa-de-analfabetismo-cai-18-ponto-percentual-em-cinco-anos-e-atinge-97/</link>
		<comments>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2675/taxa-de-analfabetismo-cai-18-ponto-percentual-em-cinco-anos-e-atinge-97/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 18:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://home.cdlanapolis.com.br/?p=2675</guid>
		<description><![CDATA[A taxa de analfabetismo na Região Nordeste, reconhecida historicamente por ter o maior número de iletrados do país, caiu de 22,4% (2004) para 18,7% (2009). A informação foi divulgada hoje (8 de setembro) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que registrou em todo o país uma redução do número de pessoas que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de analfabetismo na Região Nordeste, reconhecida historicamente por ter o maior número de iletrados do país, caiu de 22,4% (2004) para 18,7% (2009). A informação foi divulgada hoje (8 de setembro) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que registrou em todo o país uma redução do número de pessoas que não sabiam ler ou escrever em 2009.</p>
<p>A redução, considerada pelo próprio IBGE como “leve”, produziu uma taxa de analfabetismo de 9,7% no ano passado, com o registro de pouco mais de 14 milhões de pessoas nestas condições em todo o país. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2009), a queda da taxa foi diferente entre as grandes regiões, com o Sul e Sudeste apresentando os menores níveis de analfabetismo. Em 2004, a taxa de analfabetismo era de 11,5%.</p>
<p>A pesquisa revelou ainda que a taxa é crescente com a idade. “A maior concentração de analfabetos foi registrada entre as pessoas pertencentes aos grupos de idade mais elevados: 92,6% deles tinham 25 anos ou mais de idade.”</p>
<p>“A queda do analfabetismo segue sendo observada e a frequência escolar nas faixas etárias mais jovens continua influenciando essa queda do analfabetismo, especialmente entre os mais jovens. O analfabetismo prossegue resistente entre os de maior idade por ser um tema difícil de ser tratado quando já está cristalizado na idade adulta”, explicou Marcia Quintslr, coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE.</p>
<p>O analfabetismo funcional (percentual de pessoas de 15 anos ou mais de idade com menos de quatro anos de estudo) também teve queda em todas as regiões do país, com taxa de 20,3%. O índice é 4,1 pontos percentuais menor que o de 2004 e 0,7 ponto percentual menor que o de 2008.</p>
<p>Outro dado apontado pela pesquisa mostra um aumento do nível de escolaridade no Brasil. “A melhora fica evidenciada ao se observar a distribuição das pessoas de 25 anos ou mais de idade e o nível de instrução: a proporção daquelas com nível superior completo aumentou 2,5 pontos percentuais de 2004 para 2009, alcançando 10,6%.” A população que tinha apenas o nível médio completo passou de 18,4% em 2004, para 23% em 2009.</p>
<p>A escolarização no país também apresentou melhorias em 2009. Em todas as regiões do país, a proporção de crianças de 6 a 14 anos que frequentava a escola foi maior do que 96%. Entre a população com 10 anos ou mais, o tempo de estudo médio chegou a 7,2 anos. Esse tempo representa um aumento de 0,6 ano a mais do que o registrado em 2004.</p>
<p>Segundo o levantamento, quase 54 milhões de pessoas “tinham pelos menos 11 anos de estudo no ano passado. Por outro lado, 36,2 milhões de pessoas eram sem instrução ou tinham menos de quatro anos de estudo”.</p>
<p>Ainda de acordo com a Pnad, em 2009, “a rede pública de ensino continuou a atender a maior parcela da população dos ensinos fundamental e médio, enquanto a maioria dos estudantes do ensino superior frequentava universidades particulares”.</p>
<p>No ano passado, dos 55,2 milhões de estudantes, mais de 78% estudavam em escolas da rede pública (federal, estadual ou municipal).</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2675/taxa-de-analfabetismo-cai-18-ponto-percentual-em-cinco-anos-e-atinge-97/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Taxa de homicídios cresce 32% em 15 anos no país, aponta IBGE</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2612/taxa-de-homicidios-cresce-32-em-15-anos-no-pais-aponta-ibge/</link>
		<comments>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2612/taxa-de-homicidios-cresce-32-em-15-anos-no-pais-aponta-ibge/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:40:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://home.cdlanapolis.com.br/?p=2612</guid>
		<description><![CDATA[A taxa de homicídios no país cresceu 32% em 15 anos, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1º de setembro) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da publicação Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010. Segundo o estudo, a taxa de mortes por homicídio no país aumentou de 19,2 em 1992 para 25,4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/09/620x500_homicidios.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2613" title="620x500_homicidios" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/09/620x500_homicidios.jpg" alt="" width="620" height="500" /></a></p>
<p>A taxa de homicídios no país cresceu 32% em 15 anos, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1º de setembro) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da publicação Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010.</p>
<p>Segundo o estudo, a taxa de mortes por homicídio no país aumentou de 19,2 em 1992 para 25,4 em 2007 a cada 100 mil habitantes, alta de 32%. Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, segundo o IBGE.</p>
<p>As mortes por homicídios atingiram, em média, 10 vezes mais os homens do que as mulheres no período, diz o IBGE. Só em 2007, o índice era de 47,7 para eles e de 3,9 para elas, uma proporção, nesse caso, 12 vezes maior. Em 1992, era de 35,6 para os homens e de 3,2 para as mulheres.</p>
<p>Segundo estudo, o coeficiente geral de mortes, que cresceu de 1992 a 2003, apresenta uma tendência de queda a partir de 2004</p>
<p><strong>Por estado</strong><br />
O estado de Alagoas tinha, em 2007, a maior taxa de homicídios do país, que era de 59,5 por 100 mil habitantes, seguido do Espírito Santo, com 53,3, e de Pernambuco, com taxa de 53. O estado do Rio de Janeiro ocupava o quarto lugar, com coeficiente de 41,5 a cada 100 mil habitantes, e também caiu em relação a 2004, quando era de 50,8.</p>
<p>As menores taxas estavam, em 2007, em Santa Catarina (10,4), Piauí (12,4) e São Paulo (15,4). De modo geral, o menor índice está na Região Sul do país (21,4) e o maior, na Nordeste (29,6).</p>
<p>Segundo o relatório do IBGE, os óbitos por homicídios afetam a esperança de vida, que não é superior devido às mortes prematuras, sobretudo de jovens do sexo masculino. A criminalidade ocasiona, ainda segundo a pesquisa, grandes custos sociais e econômicos. Além das vidas perdidas, gera sequelas emocionais às famílias das vítimas, elevados custos hospitalares e<br />
para o controle da violência, e insegurança na população, interferindo negativamente na qualidade de vida.</p>
<p><strong>Mortes por acidentes</strong><br />
O índice de mortes por acidentes de transportes também é visto com preocupação no relatório e era, em 2007, de 20,3 por 100 mil habitantes, diz a pesquisa, alta de 11% em relação a 1992, quando era de 18,3 (incremento absoluto de dois óbitos por 100 mil habitantes no período).</p>
<p>Em 2007, os maiores valores eram observados nas regiões Centro-Oeste (27,4 por 100 mil habitantes) e Sul (26,2). A taxa mais alta era observada em Roraima (33,7) e em Santa Catarina (32,7).</p>
<p>Assim como nas mortes por homicídio, a proporção de óbitos por acidentes de trânsito é maior nos homens, atingindo a taxa de 33,8 para eles de 7,2 para elas em 2007.</p>
<p>Segundo o relatório, os acidentes de transporte, por serem um dos fatores que ameaçam a segurança física dos cidadãos, refletem na qualidade de vida da população, que é um dos aspectos essenciais na busca do desenvolvimento sustentável.</p>
<p>O estudo diz, ainda, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera os acidentes de transporte como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo, especialmente nos países em desenvolvimento, uma consequência da acelerada urbanização e motorização, que não é acompanhada na mesma proporção de infraestrutura.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2612/taxa-de-homicidios-cresce-32-em-15-anos-no-pais-aponta-ibge/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Número de brasileiros com excesso de peso dispara a cada ano, mostra IBGE</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2575/numero-de-brasileiros-com-excesso-de-peso-dispara-a-cada-ano-mostra-ibge/</link>
		<comments>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2575/numero-de-brasileiros-com-excesso-de-peso-dispara-a-cada-ano-mostra-ibge/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 17:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://home.cdlanapolis.com.br/?p=2575</guid>
		<description><![CDATA[Quase metade da população brasileira (49%) com 20 anos ou mais está com excesso de peso, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado faz parte do estudo “Antropometria e estado nutricional de crianças, adolescentes e adultos no Brasil”, divulgado nesta sexta-feira (27). O levantamento integra a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008/2009. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/obeso1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2577" title="obeso" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/obeso1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Quase metade da população brasileira (49%) com 20 anos ou mais está com excesso de peso, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado faz parte do estudo “Antropometria e estado nutricional de crianças, adolescentes e adultos no Brasil”, divulgado nesta sexta-feira (27). O levantamento integra a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008/2009.</p>
<p>Dos 20 aos 24 anos, as medianas de altura e peso do homem brasileiro são, respectivamente, 1,73 m e 69,4 kg. Já entre as mulheres nessa faixa etária, as medianas são, respectivamente, 1,61 m e 57,8 kg. Nessa faixa etária, o sobrepeso no sexo masculino saltou de 18,5% em 1974-1975 para 50,1% em 2008-2009. No sexo feminino, o aumento foi menor: de 28,7% para 48%.</p>
<p>O estudo do IBGE avalia o estado nutricional da população a partir da altura para cada idade, peso para cada idade e o Índice de Massa Corpórea (IMC) para cada idade &#8211; o índice é obtido com a divisão do peso em quilograma pela altura em metro quadrado. Foram entrevistadas mais de 188 mil pessoas de todas as idades, entre maio de 2008 e maio de 2009.</p>
<p>São consideradas com sobrepeso pessoas com IMC igual ou superior a 25 kg/m2 e menor que 30 kg/m2; e obesas pessoas com IMC igual ou superior a 30 kg/m2. Pessoas com IMC inferior a 18,5 kg/m2 têm déficit de peso, segundo o IBGE.</p>
<p><strong><a href="http://www.baixatudo.com.br/calculadora-de-imc" target="_blank">Baixatudo: calcule seu IMC e veja se está acima ou abaixo do peso</a></strong></p>
<p>A pesquisa aponta que, além da quase metade dos adultos brasileiros acima do peso, outros 14,8% apresentam obesidade e apenas 2,7% têm déficit de peso. A obesidade é maior entre as mulheres de 20 anos ou mais (16,9% delas) do que entre os homens (12,5%). Já o excesso de peso é registrado em maior parte entre os homens (50,1%) do que entre as mulheres (48%).</p>
<p>Segundo o IBGE, a desnutrição, nos primeiros anos de vida do brasileiro, e o excesso de peso e a obesidade em todas as demais idades, são problemas de grande relevância para a saúde pública. Os dois índices são contabilizados a partir dos números que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera saudáveis. O estudo destaca que a curva de evolução do peso mediano das crianças brasileiras ultrapassa o padrão esperado pela OMS, independente da idade e do sexo.</p>
<p>Das crianças de 5 a 9 anos, uma em cada três (33,5%) tem excesso de peso e 14,3% são obesas. Há déficit de peso em 4,1% das crianças nessa faixa etária. O número de crianças com excesso de peso representa um salto de 20 pontos percentuais em 20 anos.</p>
<p>Já entre os adolescentes de 10 a 19 anos, 3,4% apresentam déficit de peso; 20,5% têm excesso de peso; e 4,9% apresentam obesidade. Nesta mesma faixa etária, a maior porcentagem de adolescentes com déficit de peso mora no Nordeste (4,9%). No Sul está a maioria dos que estão acima do peso (26,9%) e das pessoas entre 10 e 19 anos obesas (7,6%).</p>
<p>Ainda de acordo com o IBGE, a desnutrição na infância está concentrada nas famílias com os mais baixos rendimentos e, do ponto de vista geográfico, na Região Norte. O excesso de peso e a obesidade são encontrados com grande frequência, a partir de 5 anos de idade, em todos os grupos de renda e em todas as regiões brasileiras. O instituto afirma que, em adultos, o excesso de peso vem aumentando continuamente desde meados da década de 1970.</p>
<p><strong>Altura</strong><br />
Segundo o IBGE, o padrão de crescimento das crianças e adolescentes brasileiros segue na direção do padrão internacional. Para as crianças de até 10 anos, independentemente do sexo, as alturas medianas praticamente coincidem com a curva padrão, que leva em conta medidas que a OMS considera ideais.</p>
<p>Entre as crianças menores de 5 anos, com renda familiar mensal de mais de um salário mínimo per capita, 6% apresentam déficit de altura – 6,3% entre os meninos e 5,7% entre as meninas. Em ambos os sexos, a prevalência de déficit de altura foi máxima no primeiro ano de vida (8,4% e 9,4%, respectivamente), diminuiu para cerca de 7% no segundo ano e oscilou em torno de 4% a 6% na faixa etária de 2 a 4 anos.</p>
<p>Conforme há aumento da renda familiar mensal per capita, há redução no percentual de crianças menores de 5 anos com déficit de altura. Em famílias com rendas de até um quarto de salário mínimo, 8,2% das crianças nessa faixa etária tinha déficit de altura. Já entre as famílias com mais de 5 salários mínimos por pessoa, esse índice passa a 3,1%.</p>
<p>Quase 7% das crianças entre 5 e 9 anos têm déficit de altura – 7,2% entre os meninos e 6,3% entre as meninas. Dos meninos com déficit de altura, a maioria (8,9%) vive em áreas rurais e 6,8%, em áreas urbanas. Já entre as meninas, os índices correspondem, respectivamente, a 8,1% e 5,8%.</p>
<p>O índice nessa faixa etária, segundo o IBGE, caiu de 29,3% em 1974-1975 para 7,2% em 2008-2009 no sexo masculino e de 26,7% para 7,9% entre as meninas.<a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/obeso.jpg"></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2575/numero-de-brasileiros-com-excesso-de-peso-dispara-a-cada-ano-mostra-ibge/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Beber água antes de refeição pode ajudar a perder peso, diz estudo</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2529/beber-agua-antes-de-refeicao-pode-ajudar-a-perder-peso-diz-estudo/</link>
		<comments>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2529/beber-agua-antes-de-refeicao-pode-ajudar-a-perder-peso-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 19:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://home.cdlanapolis.com.br/?p=2529</guid>
		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita por cientistas dos Estados Unidos afirma que beber água antes das refeições ajuda as pessoas a perderem peso. Cientistas do Estado americano da Virgínia afirmam que pessoas que estão em dieta podem perder cerca de 2kg a mais se elas beberem pelo menos dois ou três copos por dia antes das refeições. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/beber-agua-emagrece.jpg"></a><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/beber-agua.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2532" title="beber-agua" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/beber-agua-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Uma pesquisa feita por cientistas dos Estados Unidos afirma que beber água antes das refeições ajuda as pessoas a perderem peso.</p>
<p>Cientistas do Estado americano da Virgínia afirmam que pessoas que estão em dieta podem perder cerca de 2kg a mais se elas beberem pelo menos dois ou três copos por dia antes das refeições.</p>
<p>A pesquisa foi apresentada em um congresso nacional da Sociedade Americana de Química, em Boston.</p>
<p>Todos os adultos que participaram da pesquisa tinham entre 55 e 75 anos de idade. A teoria dos cientistas foi testada em 48 adultos, divididos em dois grupos, ao longo de 12 semanas.</p>
<p>Ambos os grupos seguiram dietas de baixa caloria, mas um deles bebeu água antes das refeições.</p>
<p>Ao longo de 12 semanas, as pessoas que beberam água perderam cerca de 7kg, enquanto os demais perderam em média 5 kg.</p>
<p>Um estudo anterior já havia mostrado que pessoas que bebem até dois copos de água antes de cada refeição ingerem de 75 a 90 calorias a menos.</p>
<p><strong>Calorias</strong><br />
Uma das autoras da pesquisa, Brenda Davy, da universidade Virginia Tech, acredita que o fato de se encher o estômago com um líquido sem calorias antes das refeições faz com que menos calorias sejam consumidas.</p>
<p>&#8220;As pessoas deveriam beber mais água e menos bebidas adocicadas e com muita caloria. É uma forma simples de se facilitar o controle do peso&#8221;, afirma Davy.</p>
<p>Segundo a cientista, bebidas dietéticas e com adoçantes artificiais também podem ajudar as pessoas a reduzir o consumo de calorias, ajudando a perder peso.</p>
<p>No entanto, ela disse que bebidas com muito açúcar precisam ser evitadas. Uma lata de refrigerante comum contém, em média, 10 colheres de chá de açúcar.</p>
<p>A pesquisa foi financiada pela entidade Institute for Public Health and Water Research, que realiza estudos sobre água e saúde pública.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2529/beber-agua-antes-de-refeicao-pode-ajudar-a-perder-peso-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como o Brasil é visto pelos estrangeiros: economia vai bem, violência é problema</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2473/como-o-brasil-e-visto-pelos-estrangeiros-economia-vai-bem-violencia-e-problema/</link>
		<comments>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2473/como-o-brasil-e-visto-pelos-estrangeiros-economia-vai-bem-violencia-e-problema/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 19:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://home.cdlanapolis.com.br/?p=2473</guid>
		<description><![CDATA[Os governos e empresas estrangeiros com representação no Brasil estão &#8220;moderadamente otimistas&#8221; em relação ao país, em especial com as políticas econômicas, mas percebem um aumento na situação da violência, de acordo com os resultados de um novo indicador apresentado nesta quinta-feira (19) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em uma escala de -100 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os governos e empresas estrangeiros com representação no Brasil estão &#8220;moderadamente otimistas&#8221; em relação ao país, em especial com as políticas econômicas, mas percebem um aumento na situação da violência, de acordo com os resultados de um novo indicador apresentado nesta quinta-feira (19) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).</p>
<p>Em uma escala de -100 (muito pessimista) até +100 (muito otimista), o &#8220;Monitor da Percepção Internacional do Brasil&#8221; aponta que, em conjunto, a avaliação sobre a economia (+24), o governo e as instituições (+30) e os avanços sociais no país (+7)  é &#8220;moderadamente otimista&#8221;.</p>
<p>Esses números são resultado de um levantamento do Ipea (uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência), que aplicou em julho um questionário a 170 entidades internacionais presentes no Brasil, entre representações de governos (embaixadas ou consulados), câmaras de comércio, empresas com controle estrangeiro e organizações multilaterais.</p>
<p>O questionário foi formado por 15 perguntas de múltipla escolha, cada uma delas também variando de -100 a + 100. Entre as questões, apresentaram resultados com maior otimismo a expectativa de crescimento do PIB (+59) e a percepção de que nos últimos 12 meses a condução da política econômica foi favorável a crescimento com estabilidade (+59).</p>
<p>Os dois únicos resultados negativos foram a percepção sobre a variação da segurança jurídica no Brasil nos últimos 12 meses (-4) e a variação no nível de violência no país no mesmo período (-37).</p>
<p><strong>Indicadores conjunturais</strong></p>
<p>A partir dos resultados parciais dessas 15 questões, o Ipea formou três grandes indicadores conjunturais.</p>
<p>A área com resultado geral mais positivo foi &#8220;política, governo e instituições&#8221; (+30), que leva em conta a percepção sobre a influência do Brasil em instituições internacionais, a condução da política econômica, as políticas sociais e a atratividade do ambiente político brasileiro para as empresas dispostas a investir aqui.</p>
<p>O resultado do indicador &#8220;economia&#8221; (+24) foi formado a partir das expectativas sobre o crescimento do PIB, da inflação, do nível de acesso a bens de consumo e condições de infraestrutura. O resultado menos otimista nessa área ficou com a questão sobre a oferta de crédito e evolução dos juros (+3).</p>
<p>O último indicador, &#8220;sociedade&#8221; (+7), foi o que obteve o pior resultado dos três, principalmente por causa da percepção de que a violência aumentou no país. As outras duas variáveis desse indicador, desigualdade de renda e população em condição de pobreza, obtiveram avaliações &#8220;moderadamente otimistas&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2473/como-o-brasil-e-visto-pelos-estrangeiros-economia-vai-bem-violencia-e-problema/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Consumir folhas verdes reduz risco de diabetes, diz estudo</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2467/consumir-folhas-verdes-reduz-risco-de-diabetes-diz-estudo/</link>
		<comments>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2467/consumir-folhas-verdes-reduz-risco-de-diabetes-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 19:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://home.cdlanapolis.com.br/?p=2467</guid>
		<description><![CDATA[Consumir mais vegetais verdes, como espinafre e outros vegetais folhosos, pode reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo 2, revelou um estudo publicado nesta quinta-feira (19 de agosto) no BMJ (British Medical Journal). A pesquisa entra em um campo controverso e seus autores alertam que é preciso mais testes para confirmar as descobertas. Uma equipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/2hortali.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2469" title="2hortali" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/2hortali-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Consumir mais vegetais verdes, como espinafre e outros vegetais folhosos, pode reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo 2, revelou um estudo publicado nesta quinta-feira (19 de agosto) no BMJ (British Medical Journal).</p>
<p>A pesquisa entra em um campo controverso e seus autores alertam que é preciso mais testes para confirmar as descobertas.</p>
<p>Uma equipe de cientistas chefiada por Patrice Carter, da Universidade de Leicester (centro da Inglaterra), revisou seis estudos feitos com 200.000 pessoas que exploraram o vínculo entre o consumo de frutas e vegetais e o diabetes tipo 2, normalmente ativado na idade adulta.</p>
<p>Comer uma ou meia porção extra de vegetais verdes reduziria em 14% o risco de desenvolver diabetes, mas ingerir mais frutas e vegetais combinados demonstrou ter um impacto desprezível.</p>
<p>O diabetes tipo 2, a forma mais comum da doença, se espalha rápido entre os países de economias em desenvolvimento, à medida que suas populações adotam uma dieta rica em gorduras e açúcar, e seguem um estilo de vida sedentário.</p>
<p>Mais de 220 milhões de pessoas de todo o mundo são afetadas pela doença, que mata mais de 1 milhão de pessoas por ano, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). À medida que aumenta a taxa de obesidade, o número de mortes poderá dobrar entre 2005 e 2020, acrescentou a OMS.</p>
<p>A alimentação e a prática de exercícios são formas de prevenção conhecidas, mas quais alimentos funcionam melhor e porquê ainda permanecem questões sem resposta, em face dos poucos estudos realizados sobre qualidade.</p>
<p>A equipe de Carter sugere que os vegetais de folhas verdes são úteis porque são ricos em antioxidantes e magnésio. No entanto, é preciso realizar mais estudos para sustentar esta afirmação.</p>
<p>Em um estudo separado, publicado na quarta-feira (18) no British Journal of Pharmacology, cientista chineses informaram que um composto extraído de várias ervas chinesas ajudaram a reduzir o impacto do diabetes tipo 2 em camundongos.</p>
<p>O composto, conhecido como emodina, inibe a enzima chamada 11-Beta-HSD1, que desempenha um papel na resistência à insulina, hormônio que ajuda a remover o excesso de açúcar do sangue.</p>
<p>Segundo o artigo, a emodina pode ser extraída das ervas chinesas ruibarbo (Rheum palmatum) e fallopia japônica (Polygonum cuspidatum), entre outros.</p>
<p>&#8220;Os cientistas precisariam desenvolver elementos químicos que têm efeitos similares aos da emodina, e estudam quais deles poderiam ser usados como medicamento terapêutico&#8221;, disse Ying Leng, do Instituto de Matéria Médica de Xangai.</p>
<p>O diabetes é controlado com injeções de insulina e a adoção de uma dieta de controle dos níveis de açúcar. Se não for controlada, a doença pode provocar problemas cardíacos, cegueira, amputações e falência renal.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2467/consumir-folhas-verdes-reduz-risco-de-diabetes-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Consumidores mudam forma de pagamento, se loja oferecer vantagens</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2363/consumidores-mudam-forma-de-pagamento-se-loja-oferecer-vantagens/</link>
		<comments>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2363/consumidores-mudam-forma-de-pagamento-se-loja-oferecer-vantagens/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 21:06:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://home.cdlanapolis.com.br/?p=2363</guid>
		<description><![CDATA[Mesmo chegando à loja com a intenção de pagar pela compra com o cartão de crédito ou débito, os consumidores facilmente trocam a forma de pagamento, caso a loja lhes ofereça alguma vantagem adicional. Uma pesquisa da GfK mostrou que 64% dos brasileiros dizem que alteram a forma de pagamento para dinheiro à vista ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo chegando à loja com a intenção de pagar pela compra com o cartão de crédito ou débito, os consumidores facilmente trocam a forma de pagamento, caso a loja lhes ofereça alguma vantagem adicional.</p>
<p>Uma pesquisa da GfK mostrou que 64% dos brasileiros dizem que alteram a forma de pagamento para dinheiro à vista ou outras formas. As mulheres são as mais propensas à oferta de vantagens: 66%.</p>
<p>A mesma inclinação pôde ser observada entre pessoas com idade de 35 a 44 anos (78%) e das classes C e D (65%).</p>
<p><strong>&#8220;Eu mudaria&#8221;<br />
</strong>A capital paulista apresenta uma elevada taxa de pessoas que, quando entrevistadas, afirmaram que alterariam a forma de pagamento mediante a oferta de vantagens, com 73% das pessoas fazendo tal afirmação. Na região metropolitana, a taxa cai para 64%.</p>
<p>Os homens são os mais insistentes quanto à forma de pagamento que desejavam utilizar inicialmente (27%), bem como os ouvidos com idades entre 45 e 55 anos (41%) e das classes A e B (28%).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2363/consumidores-mudam-forma-de-pagamento-se-loja-oferecer-vantagens/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Consumo dirário de Castanhas ajuda a manter saúde</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2359/consumo-dirario-de-castanhas-ajuda-a-manter-saude/</link>
		<comments>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2359/consumo-dirario-de-castanhas-ajuda-a-manter-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 14:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://home.cdlanapolis.com.br/?p=2359</guid>
		<description><![CDATA[Difícil deixar de associá-las a celebrações. Castanhas, amêndoas e nozes não podem faltar a qualquer mesa de aperitivo que se preze. Por influência dos países do hemisfério norte, onde a colheita acontece no outono e no inverno, os brasileiros também criaram o hábito de devorá-las nas festas de fim de ano. Mas, apesar de acompanharem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/champion_nuts.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2360" title="champion_nuts" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/champion_nuts-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Difícil deixar de associá-las a celebrações. Castanhas, amêndoas e nozes não podem faltar a qualquer mesa de aperitivo que se preze. Por influência dos países do hemisfério norte, onde a colheita acontece no outono e no inverno, os brasileiros também criaram o hábito de devorá-las nas festas de fim de ano. Mas, apesar de acompanharem a comilança de doces e petiscos gordurosos, essas oleaginosas estão longe de comprometer a saúde. Ao contrário. Não é de hoje que a ciência investiga — e comprova — seus benefícios para o organismo.</p>
<p>Um levantamento que acaba de ser conduzido na Universidade Loma Linda, nos Estados Unidos, sugere que a ingestão diária de 67 gramas de castanhas e companhia, o que dá aproximadamente dois punhados, reduziria o LDL, o mau colesterol, em 7,4%. As concentrações de triglicérides chegaram a cair até 10%. “Isso é resultado da grande quantidade de gorduras monoinsaturadas que esses alimentos fornecem”, explica Joan Sabaté, chefe do Departamento de Nutrição da universidade, que revisou 25 estudos sobre o assunto, realizados em sete países.</p>
<p>Esse ácido graxo, presente também no azeite de oliva, é responsável por varrer as moléculas de colesterol das artérias e nos proteger de infartos e derrames. “Ele deve corresponder a 20% de todas as calorias que uma pessoa consome”, afirma a nutricionista Anna Carolina Di Creddo Alves, do Instituto do Coração, em São Paulo.</p>
<p>Os especialistas brasileiros só discordam da pesquisa americana em um ponto: a quantidade. “Não há dúvida de que as oleaginosas entram na lista de boas escolhas alimentares, mas 67 gramas todos os dias, para alguns, pode ser um exagero”, acredita Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração, na capital paulista. Assim, justifica o médico, fica difícil balancear a dieta. “O ideal seria comer no máximo 30 gramas, para não aumentar demais o consumo de gordura nem de calorias”, recomenda a nutricionista Silvia Cozzolino, professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. E não faltam registros de que, mesmo em doses menos generosas, a turma das castanhas é capaz de manter o coração batendo cheio de vigor. Para facilitar a sua vida, seguimos as orientações desses experts e preparamos um kit cheio de vitaminas, minerais e gorduras do bem. Além de saboroso, ele fornece menos de 200 calorias e garante sua dose diária de saúde aonde quer que você vá.</p>
<p>Já existem indícios de que a gordura monoinsaturada, que se tornou célebre por brecar o surgimento de doenças cardiovasculares, pode acelerar o processo de emagrecimento. Mais que isso: o ácido graxo presente nas oleaginosas agiria diretamente na barriga. Universidades europeias mostraram, por exemplo, que 2 colheres de azeite de oliva deixam a silhueta mais fina. E essa não é uma questão meramente estética. O tecido gorduroso que se acumula na região abdominal contribui para o surgimento do diabete e, ao lado da hipertensão e do colesterol alto, faz parte de um conjunto de problemas que recebeu o nome de síndrome metabólica — um mal que diminui a expectativa de vida e tem deixado os médicos alertas. “A monoinsaturada age contra processos inflamatórios em geral, como aqueles envolvidos na obesidade”, explica a nutricionista Daniela Jobst, de São Paulo.</p>
<p>Ao prescrever que seus pacientes acrescentem algumas unidades de nozes e castanhas à dieta, não é incomum que se recomende comê-las antes das refeições. “As gorduras costumam demorar mais para ser digeridas pelo organismo, por isso prolongam a sensação de saciedade”, afirma a nutricionista gaúcha Vera Rocha Barone, que pesquisou as nozes em seu doutorado, na Universidade de Grenoble, na França.</p>
<p>O kit diário proposto aqui ainda está cheio de substâncias que combatem os radicais livres, aquelas moléculas que se formam naturalmente ao longo da vida e provocam o envelhecimento das células. “O selênio e a vitamina E apresentam uma capacidade antioxidante significativa”, ressalta Silvia Cozzolino. Você também vai encontrar ali boas porções de minerais como fósforo, magnésio e zinco, necessários para que o corpo funcione corretamente da cabeça aos pés. “Pouca gente se lembra de falar, mas essas oleaginosas são ricas em arginina, que ajuda a dilatar os vasos e melhorar a imunidade”, acrescenta Jobst.</p>
<p>Quem carrega o combinado de oleaginosas também leva consigo quantidades consideráveis de proteínas e fibras. Mas atenção: elas não são o que podemos chamar de fontes legítimas desses ingredientes, portanto jamais poderão substituir carnes, frutas e hortaliças nesses quesitos. Antes de preparar o seu estoque de nozes e castanhas, preste atenção em algumas estratégias para aproveitar melhor tudo o que elas oferecem: o ideal é guardá-las na geladeira, de preferência em um recipiente fechado. Dessa forma, você evita a oxidação das gorduras. “Quando isso acontece, dá para notar porque o sabor fica alterado, rançoso”, diz a nutricionista Vera Rocha Barone. O fogo também pode fazer com que alguns benefícios evaporem. “O selênio, por exemplo, não resiste no forno a mais de 150 graus”, avisa Silvia Cozzolino.</p>
<p>O nutrólogo Daniel Magnoni lembra de algo fundamental para aqueles preocupados com os assuntos do coração: a indústria costuma acrescentar sal a esses produtos vendidos como aperitivo. E, aí, comer demais é dar um tiro no pé. O sódio é uma verdadeira bomba para as artérias e nós, brasileiros, já comemos além da conta. Olhe bem nos rótulos e escolha as versões menos salgadas. De bônus, você passa longe da hipertensão.</p>
<p>Na verdade, o direito ao excesso não deve ser concedido a ninguém que preza por uma saúde sempre em equilíbrio. E isso não vale somente para as nozes e castanhas. “A ingestão exagerada de qualquer alimento resulta em sobrepeso e, às vezes, obesidade”, reforça Joan Sabaté, o líder da pesquisa americana. No caso das oleaginosas, ele considera preferível que elas substituam alimentos ricos em gordura saturada ou os muito calóricos. Em outras palavras: quando você troca o salgadinho e o refrigerante por uma porção como essa que preparamos, o corpo todo fica em festa.</p>
<p>Não esqueça as nozes e as castanhas no armário por muito tempo. Em contato com o calor e o oxigênio, perdem-se consistência, sabor e, principalmente, seus nutrientes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2359/consumo-dirario-de-castanhas-ajuda-a-manter-saude/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PESQUISA DO MÉRITO LOJISTA 2010</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2317/pesquisa-do-merito-lojista-2010/</link>
		<comments>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2317/pesquisa-do-merito-lojista-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 19:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://home.cdlanapolis.com.br/?p=2317</guid>
		<description><![CDATA[Informamos que entre os dias 06 e 14 de agosto de 2010, será aplicada pelo NEPE – Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Universidade Estadual de Goiás, a pesquisa para o Mérito Lojista 2010 de Anápolis. Por meio desta, será identificado junto aos entrevistados, quais são as empresas mais lembradas pelo consumidor anapolino, dentre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Informamos que entre os dias 06 e 14 de agosto de 2010, será aplicada pelo NEPE – Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Universidade Estadual de Goiás, a pesquisa para o Mérito Lojista 2010 de Anápolis. Por meio desta, será identificado junto aos entrevistados, quais são as empresas mais lembradas pelo consumidor anapolino, dentre os diversos ramos de atividades do comércio local, filiados ou não à CDL.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://home.cdlanapolis.com.br/news/2317/pesquisa-do-merito-lojista-2010/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
