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	<title>CDL de Anápolis &#187; tecnologia</title>
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	<description>Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis</description>
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		<title>Carros elétricos e híbridos serão taxados como &#8220;flex&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 11:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir de novembro, o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular entrará em sua terceira fase. A novidade será a inclusão de dados de emissões de poluentes no selo de eficiência energética, lançado em 2008. Além de facilitar a consulta pelo carro &#8220;verde&#8221;, a nova etiqueta &#8211;semelhante à de geladeiras&#8211; servirá de base para que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/09/hybrid-car-hyper.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2663" title="hybrid-car-hyper" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/09/hybrid-car-hyper.jpg" alt="" width="400" height="309" /></a>A partir de novembro, o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular entrará em sua terceira fase. A novidade será a inclusão de dados de emissões de poluentes no selo de eficiência energética, lançado em 2008.</p>
<p>Além de facilitar a consulta pelo carro &#8220;verde&#8221;, a nova etiqueta &#8211;semelhante à de geladeiras&#8211; servirá de base para que o governo conceda benefícios fiscais aos carros.</p>
<p>Os primeiros são os híbridos e elétricos, considerados &#8220;limpos&#8221; e que pagam hoje 25% de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).</p>
<p>O Ministério da Fazenda planeja taxá-los como os &#8220;flex&#8221; -7% para motores de até um litro, 11% para os de um e dois litros e 18% para os que possuem mais de dois litros de capacidade cúbica.</p>
<p>A Ford torce para que isso ocorra até outubro, quando apresentará o Fusion Hybrid no Salão de São Paulo.</p>
<p>O sedã é equipado com um motor 2.5 a gasolina (158 cv) e um outro elétrico (36 cv), que ajuda a poupar combustível.</p>
<p>Num rápido test-drive nos EUA, o painel do carro chegou a registrar 60 mpg -quase 25 km/l. Mas basta uma arrancada forte para o consumo subir para 6 km/l.</p>
<p><strong>MERCEDES S400</strong></p>
<p>Foi a Mercedes, no entanto, em maio, quem inaugurou o segmento. Até agosto, o S400 Hybrid (R$ 456 mil) já emplacou 20 unidades, ante 13 da versão &#8220;normal&#8221;.</p>
<p>O S400, porém, não é um híbrido completo, capaz de rodar apenas com eletricidade. Entre o propulsor 3.5 V6 e o câmbio há um motor elétrico de 20 cv, que faz as vezes de alternador &#8211;são 299 cv.</p>
<p>A bateria de íons de lítio é recarregada também nas frenagens, e o Start&amp;Stop desliga o motor nos sinais, reduzindo consumo e emissões.</p>
<p>O S400 atinge 100 km/h em 8s e roda até 13 km/l, aponta o teste Folha-Mauá.</p>
<p>Um consumo excelente, ainda mais para um sedã de luxo de duas toneladas.</p>
<p>O funcionamento dos sistemas aparece no computador de bordo. O motor é tão silencioso que o painel é a única maneira de saber se o propulsor está trabalhando.</p>
<p>A Toyota espera os incentivos para importar o novo Prius, o híbrido completo mais vendido do mundo.</p>
<p>Os engenheiros do Brasil também tentam convencer a matriz no Japão a desenvolver um Prius &#8220;flex&#8221;.</p>
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		<title>Divulgada lista das 100 primeiras cidades do Programa Nacional de Banda Larga</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 18:26:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>
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		<description><![CDATA[O presidente da Telebras, Rogério Santanna, divulgou nesta quinta-feira (26 de agosto) a lista das 100 primeiras cidades que serão atendidas pelo Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). A expectativa de Santanna é de que essas cidades, que têm uma população conjunta de 14 milhões de pessoas, já estejam operando dentro do programa até o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/banda_larga_mobile_4g1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2570" title="banda_larga_mobile_4g" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/banda_larga_mobile_4g1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>O presidente da Telebras, Rogério Santanna, divulgou nesta quinta-feira (26 de agosto) a lista das 100 primeiras cidades que serão atendidas pelo Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). A expectativa de Santanna é de que essas cidades, que têm uma população conjunta de 14 milhões de pessoas, já estejam operando dentro do programa até o fim deste ano.</p>
<p>&#8220;Como não vamos fazer o acesso final, precisamos de parceiros de pequeno e médio porte nessas cidades. Esperamos que, com esta lista, os parceiros apareçam. Na hipótese de não haver parceiros, se abre a possibilidade de algumas cidades serem substituídas. Mas achamos que os servidores regionais e locais vão nos procurar&#8221;, disse Santanna</p>
<p>Assim que os contratos forem assinados, disse ele, a expectativa é de que a banda larga comece a funcionar em até 45 dias nessas localidades.</p>
<p>Ele lembrou que, de acordo com o Programa Nacional de Banda Larga, os preços cobrados vão variar de R$ 15 a R$ 35 por cliente, por uma velocidade mínima de 512 Kbps. Segundo o presidente da Telebras, a expectativa é de que o PNBL atenda a mais 1063 cidades em 2011 e que todo o país seja abrangido até o fim de 2014. &#8220;Talvez a gente atinja [todo país] até mesmo antes disso&#8221;, acrescentou Santanna.</p>
<p><strong>Veja a lista das 100 primeiras cidades do PNBL:</strong></p>
<p>-  Arapiraca (AL)</p>
<p>- Messias (AL)</p>
<p>- Palmeira dos Índios (AL)</p>
<p>- Joaquim Gomes (AL)</p>
<p>- Pilar (AL)</p>
<p>- Rio Largo (AL)</p>
<p>- Feira de Santana (BA)</p>
<p>- Itabuna (BA)</p>
<p>- Camaçari (BA)</p>
<p>- Governador Mangabeira (BA)</p>
<p>- Eunápolis (BA)</p>
<p>- Governador Lomanto (BA)</p>
<p>- Muritiba (BA)</p>
<p>- Presidente Tancredo Neves (BA)</p>
<p>- Sobral (CE)</p>
<p>- São Conçalo do Amarante (CE)</p>
<p>- Quixadá (CE)</p>
<p>- Barreira (CE)</p>
<p>- Maranguape (CE)</p>
<p>- Russas (CE)</p>
<p>- Cariacica (ES)</p>
<p>- Domingos Martins (ES)</p>
<p>- Conceição da Barra (ES)</p>
<p>- Piúma (ES)</p>
<p>- São Mateus (ES)</p>
<p>- Vila Velha (ES)</p>
<p>- Itapemirim (ES)</p>
<p>- <strong>Anápolis (GO)</strong></p>
<p>- Aparecida de Goiânia (GO)</p>
<p>- Trindade (GO)</p>
<p>- Águas Lindas de Goiás (GO)</p>
<p>- Alexânia (GO)</p>
<p>- Itumbiara (GO)</p>
<p>- Imperatriz (MA)</p>
<p>- Paço do Lumiar (MA)</p>
<p>- Presidente Dutra (MA)</p>
<p>- Porto Franco (MA)</p>
<p>- Grajaú (MA)</p>
<p>- Barra do Corda (MA)</p>
<p>- Barbacena (MG)</p>
<p>- Juiz de Fora (MG)</p>
<p>- Conselheiro Lafaiete (MG)</p>
<p>- Ibirité (MG)</p>
<p>- Sabará (MG)</p>
<p>- Uberaba (MG)</p>
<p>- Ribeirão das Neves (MG)</p>
<p>- Santa Luzia (MG)</p>
<p>- Campina Grande (PB)</p>
<p>- Campo de Santana (PB)</p>
<p>- Araruna (PB)</p>
<p>- Riachão (PB)</p>
<p>- Dona Inês (PB)</p>
<p>- Bananeiras (PB)</p>
<p>- Duas Estradas (PB)</p>
<p>- Carpina (PE)</p>
<p>- Tracunhaém (PE)</p>
<p>- Nazaré da Mata (PE)</p>
<p>- Paudalho (PE)</p>
<p>- Limoeiro (PE)</p>
<p>- Aliança (PE)</p>
<p>- Piripiri (PI)</p>
<p>- Campo Maior (PI)</p>
<p>- José de Freitas (PI)</p>
<p>- Piracuruca (PI)</p>
<p>- Batalha (PI)</p>
<p>- São João da Fronteira (PI)</p>
<p>- Angra dos Reis (RJ)</p>
<p>- Nova Iguaçu (RJ)</p>
<p>- São Gonçalo (RJ)</p>
<p>- Piraí (RJ)</p>
<p>- Mesquita (RJ)</p>
<p>- Rio das Flores (RJ)</p>
<p>- Duque de Caxias (RJ)</p>
<p>- Casimiro de Abreu (RJ)</p>
<p>- Santa Cruz (RN)</p>
<p>- Nova Cruz (RN)</p>
<p>- Passa e Fica (RN)</p>
<p>- Parnamirim (RN)</p>
<p>- Lagoa d´Anta (RN)</p>
<p>- Extremoz (RN)</p>
<p>- Açú (RN)</p>
<p>- Nossa Senhora da Glória (SE)</p>
<p>- Barra dos Coqueiros (SE)</p>
<p>- Laranjeiras (SE)</p>
<p>- Japaratuba (SE)</p>
<p>- São Cristóvão (SE)</p>
<p>- Carira (SE)</p>
<p>- Campinas (SP)</p>
<p>- Guarulhos (SP)</p>
<p>- Pedreira (SP)</p>
<p>- Serrana (SP)</p>
<p>- Conchal (SP)</p>
<p>- Embu (SP)</p>
<p>- São Carlos (SP)</p>
<p>- Gurupi (TO)</p>
<p>- Araguaína (TO)</p>
<p>- Guaraí (TO)</p>
<p>- Paraíso do Tocantins (TO)</p>
<p>- Wanderlândia (TO)</p>
<p>- Porto Nacional (TO)<a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/08/banda_larga_mobile_4g.jpg"></a></p>
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		<title>Brasil ultrapassa a marca de 26 milhões de acessos à internet</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 17:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O brasileiro definitivamente se posicionou no cenário mundial como um dos maiores usuários de internet do globo. Os serviços de banda larga ofertados no País pelas operadoras privadas, o que inclui redes fixas e móveis, chegaram a 26,1 milhões de acessos no final do primeiro semestre deste ano. Em comparação com o mês de dezembro de 2009, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiro definitivamente se posicionou no cenário mundial como um dos maiores usuários de internet do globo. Os serviços de banda larga ofertados no País pelas operadoras privadas, o que inclui redes fixas e móveis, chegaram a 26,1 milhões de acessos no final do primeiro semestre deste ano.</p>
<p>Em comparação com o mês de dezembro de 2009, nota-se um crescimento de 42% no acessos, em vista dos 18,4 milhões registrados naquele período. De janeiro a junho de 2010, foram ativadas 7,7 milhões de novas conexões de internet rápida.</p>
<p>Segundo balanço de junho da Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicações), elaborado em parceria com a consultoria Teleco, a banda larga fixa passou de 11,4 milhões de acessos para 12,2 milhões nestes seis meses.</p>
<p>O saldo na banda larga móvel também foi significativo. Levando-se em conta o número de celulares de terceira geração (3G), houve um salto de 4,3 milhões para 10,4 milhões. Já o número total de modems de acesso à internet também saltou, de 2,7 milhões para 3,5 milhões.</p>
<p><strong>Acessos globais</strong><strong><br />
</strong>Ainda considerando 2009, tratando-se apenas da quantidade de acessos em banda larga fixa, o Brasil apresentou um crescimento de 13,7%, superior à média global.</p>
<p>A apuração, retirada de um estudo realizado pela consultoria Teleco para o SindiTelebrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e do Serviço Móvel Celular e Pessoal) e batizado como &#8220;Situação da Banda Larga no Brasil&#8221;, mostrou ainda que, no fim de 2009, 71% das conexões nacionais eram feitas acima de 512 kbps (kilobits por segundo).</p>
<p>No Brasil, a velocidade média dos acessos em banda larga é de 1,3 Mbps (megabits por segundo), atrás apenas do Chile e da Colômbia, entre os países da América Latina.</p>
<p><strong>Território nacional</strong><strong><br />
</strong>A Pesquisa Perfil dos Municípios Brasileiros 2009, do IBGE, aponta que em 95,5% dos municípios do Brasil as administrações municipais têm acesso à internet banda larga.</p>
<p>Segundo a pesquisa, mais de 4.800 municípios já possuem redes de banda larga instaladas pelas concessionárias privadas do serviço de telefonia fixa. A previsão é de que até o final do ano todas as áreas já estejam abastecidas.</p>
<p>No fim do ano passado, 88% dos municípios brasileiros já tinham a banda larga fixa instalada e em 85,7% deles havia serviços de internet rápida.</p>
<p><strong>Mobilidade</strong><strong><br />
</strong>Outro indicador importante diz respeito à quantidade de acessos em banda larga móvel, que já superou os de banda larga fixa. São 13,9 milhões de acessos, entre celulares 3G e modems, contra 12,2 milhões da banda larga fixa.</p>
<p>As redes de terceira geração já estão instaladas em 740 municípios. Essas redes já alcançam 65,2% da população e a estimativa das prestadoras é de que cheguem a três mil municípios no próximo ano, com cobertura de mais de 80% da população.</p>
<p>Destaca-se ainda a evolução das redes de 3G, que trará consigo a expansão do uso do smartphone como o principal dispositivo de acesso à internet, já que seu custo de aquisição tende a ser cada vez menor que o de um computador, principalmente pelos ganhos de escala dos celulares.</p>
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		<title>E-commerce: Explore sem limites</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/empreendedorismo/1480/e-commerce-explore-sem-limites/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 15:44:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[
O comércio eletrônico brasileiro chegou ao final do primeiro semestre aprovado por 86,11% das pessoas que usaram a internet para fazer compras]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Natan Sztamfater</p>
<p>Quando ouço falar em e-commerce, um vasto universo de informações me vem à mente. Não somente o significado da palavra ou o conceito que milhões de internautas se apoiam para justificar pura e simplesmente como: vendas pela internet.</p>
<p>Parece simples, mas o fato é que para colocar em prática um conceito que pode dar certo, aliás, muito mais do que já vem dando, é preciso mais que conhecimento em vendas, marketing, tecnologia ou comunicação. O toque mais importante nesse processo é a criatividade, que permite se diferenciar desse mercado tão competitivo.</p>
<p>O comércio eletrônico brasileiro chegou ao final do primeiro semestre aprovado por 86,11% das pessoas que usaram a internet para fazer compras (fonte: e-bit e Movimento Internet Segura). Isso é mais do que prova de sua ascensão. Os fatores que explicam são inúmeros: aumento da Classe C na web, novas lojas virtuais, variedades, parcelamento, barateamento da banda larga, inclusão social, dentre outros.</p>
<p>O mundo online é completamente diferente do universo off line. Desde sua estrutura, que já começa por passar da física à virtual até o planejamento das “agressivas” estratégias de vendas para conquistar os milhares de novos clientes no Brasil e até no mundo. Sim, falo do mundo porque a internet não tem limites, desde que a logística não seja um fator limitante no seu negócio. Prepare-se, na internet o que você alcança hoje pode virar o dobro amanhã. A venda de passagens aéreas ou ingressos para shows são ótimos exemplos de produtos que definitivamente não dependem da entrega via courrier.</p>
<p>O comércio virtual é responsável por um faturamento de cerca de R$ 2,3 bilhões, acumulados apenas nos três primeiros meses de 2009, segundo dados da e-bit. Seu crescimento foi “assustador” e, ao mesmo tempo, fascinante para os adeptos da internet. Leia-se 25 milhões de internautas brasileiros e, ainda, residenciais. Fora a fatia do bolo que acessa a web em ambiente corporativo.</p>
<p>A cada data sazonal, o e-commerce é ainda mais movimentado. Dia das mães, dos pais, dos namorados e até dos avós e do amigo. Para tudo temos um motivo a favor da evolução das compras virtuais. Mas, para entrar ou manter sua loja no ambiente digital, em meio a tanta concorrência com gigantes, médios e pequenos varejistas, o perfil exigido é merecedor não apenas de ótimas colocações profissionais, mas da capacidade permanente de visão arrojada e empreendedora.</p>
<p>Um dos princípios fundamentais para ser líder em seu e-commerce e vir a conquistar a liderança perante seu mercado de atuação é a velocidade e ambição, saudável, claro. A internet muda a cada segundo e o perfil do e-consumidor também. Ganha quem tiver a melhor oferta? O melhor atendimento? A melhor performance nos mecanismos de busca? O melhor prazo de entrega? As mais criativas campanhas digitais? Tudo isso junto e mais um pouco.</p>
<p>Como em tudo na vida, uma coisa puxa a outra. Além de uma bela estrutura e o investimento necessário para que ela vá além das necessidades do mercado, o líder e seus seguidores precisam criar, sustentar e fidelizar relacionamentos, estar aberto a parcerias para ampliação de seu portfólio e, mais que isso, extremamente atualizado e afiado com as imensuráveis possibilidades que o marketing digital oferece.</p>
<p>Defino aqui que mente jovem e moderna é a chave do sucesso do comércio eletrônico. A equipe também muda, não basta trazer apenas uma especialização em seu currículo, o ponto aqui é buscar profissionais multidisciplinares que, muito além de seus conhecimentos técnicos, devem trazer criatividade, vontade e, principalmente, serem fieis à web.</p>
<p>Como especialista em marketing digital, tenho identificado erros graves cometidos por empresas que querem entrar nesse universo. Não é porque a loja física cresce continuamente que o portal, quando recebe as mesmas estratégias do ambiente off line, vai evoluir. Em alguns casos, quase que na maioria, é necessária mais atenção no mundo online. O e-consumidor já se acostumou com chamadas e produtos muito relevantes ao seu interesse naquele exato segundo.  Como a loja virtual não possui um vendedor real, a comunicação deve ser tão boa e, com isso, substituir o contato humano. Um dos grandes desafios do e-commerce é fazer com que o cliente se sinta tão bem atendido como na loja física. Por isso a grande atenção no marketing online.</p>
<p>Muitas vezes, o cliente virtual não é o mesmo que vai até sua loja física, o que significa que as campanhas de comunicação devem seguir linguagens diferenciadas e o marketing online já traz funcionalidades tecnológicas e ainda, que podem ser gratuitas em alguns casos, que mostram a “receita” perfeita do bolo. Resultados de vendas em tempo real, cliques em cada campanha de email marketing, links patrocinados, buscas orgânicas e web banners são tarefas bem possíveis de se aplicarem. Não há desculpa, a lição de casa está aí para ser feita e a tecnologia para trabalhar a favor da marca, de maneira mais assertiva e direta. Só assim é possível medir e acompanhar o comportamento de seus clientes.</p>
<p>A história de que o investimento na loja virtual pode ser menor que na loja física pode sair “cara”. De que adianta contratar a plataforma com menor custo, subir os produtos com seus respectivos preços no site e fazer uma campanha? Na minha opinião, muito difícil ter sucesso. Se sua ação de marketing seguir uma estratégia direcionada e com objetivos de médio e longo prazo e o seu produto agradar, como suprir aos – agora mensuráveis – cliques e vendas? O risco de não atender a todos são grandes e começam na tecnologia implantada, que precisa suportar o volume de dados que são gerados no trâmite da compra. E não são poucos.</p>
<p>A logística também é classificada como um dos pilares de um e-commerce. A rapidez na entrega, agilidade na separação de produtos e uma delicada separação dos mesmos são quesitos que podem fazer toda a diferença. Uma dica, que pode ser vista em diversas empresas do ramo, é a divisão do estoque da loja física com a da virtual. Isso ajuda bastante na organização e confiabilidade do estoque. Lembre-se de fazer parcerias com boas transportadoras. Um bom relacionamento pode salvar a empresa num momento de necessidade.</p>
<p>Contar com parceiros para entrega que demonstrem não apenas segurança, mas alta garantia na entrega, só trará seu cliente de volta, além das indicações que pode fazer. Na web, a viralização das marcas é mais recorrente que no universo físico e isso já está provado pelo alto volume de informações que circula nas redes sociais.</p>
<p>Em suma, lojas virtuais não se diferem tanto das lojas físicas de varejo. O mundo virtual não é diferente do mundo real. Da mesma forma que atender bem, aplicar um bom marketing, estipular metas, incentivar equipes e fidelizar o cliente, o universo digital também preza por todas essas características. O que difere esses dois mundos são as formas de se utilizar as ferramentas e, sobretudo, a importância de saber discernir que para cada qual, há uma solução e, na web, sem limites para alcançar até&#8230; o inesperado.</p>
<p>Não economize nos pilares do e-commerce: Logística, Atendimento, Sistemas e Marketing Digital. No e-commerce profissional, não existe meio termo.</p>
<p>Natan Sztamfater é Diretor da PortCasa.com.br, loja virtual líder em cama, mesa e banho, formado em 2004 pela ESPM e com especialização em mídias digitais pela FGV. natansz@gmail.com</p>
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		<item>
		<title>Propaganda no celular prioriza serviço e avisa até hora de renovar protetor solar</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/capa/1431/propaganda-no-celular-prioriza-servico-e-avisa-ate-hora-de-renovar-protetor-solar/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 15:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O celular está cada vez mais “grudado” na mão dos brasileiros, e as propagandas já começam a invadir a telinha desses aparelhos. Com a popularização de smartphones e do iPhone, que facilitam o uso da internet no celular, os publicitários desenvolvem um número cada vez maior de campanhas que usam características específicas do telefone móvel. Muitas campanhas são focadas no serviço, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" width="100%">
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<td></td>
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</table>
<p>O celular está cada vez mais “grudado” na mão dos brasileiros, e as propagandas já começam a invadir a telinha desses aparelhos. Com a popularização de smartphones e do iPhone, que facilitam o uso da internet no celular, os publicitários desenvolvem um número cada vez maior de campanhas que usam características específicas do telefone móvel.</p>
<p>Muitas campanhas são focadas no serviço, já que, segundo os publicitários, se a publicidade não for útil, o consumidor não vai clicar ou usar o programinha criado pela marca.</p>
<p>Para atrair o público, as empresas criam programinhas próprios que podem ser baixados no celular e fazem de tudo, até alertar sobre quando o usuário deve passar protetor solar ou avisar sobre uma promoção específica só para quem está no estádio na hora de um jogo de futebol.</p>
<p>O publicitário Leo Xavier, diretor-geral da agência Pontomobi, dá o exemplo do programa para iPhone criado pela agência para a marca de protetores solares Nivea Sun. “O aplicativo te localiza e dá informações sobre a temperatura no local. Você coloca sua idade e tipo de pele, e o programa diz qual produto usar, além de te lembrar de reaplicar o protetor de tempos em tempos”, explica ele.</p>
<p>Outras campanhas também usam o fato de o celular &#8220;saber&#8221; onde o usuário está. “Nós fizemos uma promoção para usuários que estavam em um jogo do Flamengo x São Paulo no Maracanã; eles recebiam uma mensagem dizendo que poderiam comprar a camisa do time por um preço especial”, conta Marcelo Castelo, sócio da agência F.Biz.</p>
<p>Outra campanha da F.Biz buscava informar mulheres entre 25 e 45 que moravam perto de supermercados sobre uma promoção do sabão em pó Omo. Nesse caso, diz Castelo, a empresa obteve da operadora de celular os dados de endereço e perfil das consumidoras, que haviam concordado em receber esse tipo de mensagem, e mandou os SMS.</p>
<p><strong>Aplicativos</strong><br />
Esses programinhas, como o da Nivea, chamados de aplicativos, são uma das tendências da publicidade no celular, já que são muito usados por quem tem iPhone ou smartphones.</p>
<p>Os aplicativos são programas que os usuários baixam e que geralmente têm um propósito bem específico. Alguns exemplos são aplicativos para o acesso a redes sociais, como o microblog Twitter ou o Facebook, ou ferramentas para acessar dados da conta bancária pelo celular.</p>
<p>Algumas empresas anunciam dentro dos aplicativos que já existem, enquanto outras desenvolvem programas próprios e os oferecem aos usuários em forma de serviço. “Com aplicativos próprios, o objetivo é atingir um lugar nobre no aparelho do usuário”, diz Leo Xavier.</p>
<p>“O aplicativo é um negócio que está explodindo. A publicidade cresce onde tem audiência, e a audiência dos aplicativos está crescendo”, diz Castelo.</p>
<p><strong>&#8216;Ad networks&#8217;</strong><br />
Quando as marcas anunciam dentro de aplicativos que já existem, geralmente usam as chamadas “ad networks”, empresas que colocam a publicidade em uma rede de sites e aplicativos específicos para celular – assim, a agência de publicidade não precisa negociar diretamente com cada site ou desenvolvedor de software.</p>
<p>“Os aplicativos são divididos em grupos, como entretenimento, finanças e redes sociais. Você define qual o público que quer atingir, em qual grupo de aplicativos quer a publicidade, qual a abrangência, e a empresa coloca os anúncios”, diz Fernanda Magalhães, gerente da agência de publicidade Mobext.</p>
<p>A Pontomobi fez uma campanha para o Banco do Brasil, com banners anunciando o produto Fundo Premiado nas versões de websites para celulares e também em aplicativos como o do Twitter.<br />
A publicidade também aproveitava uma outra particularidade do celular: a possibilidade de o consumidor tomar uma ação imediatamente. “Ao clicar na publicidade, o cliente vai para uma página curta e, se tiver interesse, pode clicar no número de telefone e já ligar e falar com alguém do banco. Não precisa ficar lendo sobre o fundo no celular”, diz Leo Xavier.<img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1432" title="iphone" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/02/iphone-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Imagem: Google Imagens</p>
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		<title>Teles descumprem meta na mudança de operadoras</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 16:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Trocar de operadora mantendo o número do telefone, um serviço conhecido como portabilidade numérica, está se tornando uma operação cada vez mais complicada no Brasil. Tanto que a taxa de portabilidade está muito abaixo do que projetou a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). A agência contava com 1,5 milhão de pedidos por mês. Em agosto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trocar de operadora mantendo o número do telefone, um serviço conhecido como portabilidade numérica, está se tornando uma operação cada vez mais complicada no Brasil. Tanto que a taxa de portabilidade está muito abaixo do que projetou a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).</p>
<p>A agência contava com 1,5 milhão de pedidos por mês. Em agosto foram 320 mil e, desde que a portabilidade entrou em vigor, em setembro de 2008, os pedidos somam 2,6 milhões.</p>
<p>O que compromete a qualidade do serviço é o volume de pedidos não efetivados e a quantidade de cancelamentos. A Folha apurou que, até 23 de agosto, só 75% dos pedidos foram portados num prazo de até cinco dias úteis &#8211;limite máximo previsto pela Anatel. A agência também impôs um limite mínimo de 95% de efetivação às operadoras.</p>
<p>A ABR Telecom, associação criada para gerenciar a portabilidade no país, diz que esse índice está perto de 90%, considerando que 12% dos números não são portados porque o próprio cliente cancela o pedido. Técnicos que lidam com a base de dados da ABR contestam. Eles dizem que entre os pedidos de cancelamento (25% do total) existem poucos realizados pelos clientes.</p>
<p>Os técnicos acusam as operadoras de cancelarem os pedidos deliberadamente para evitar multas. A afirmação tem respaldo técnico. Um mesmo número cancelado volta à base de dados da operadora receptora logo após o cancelamento.</p>
<p>Há casos curiosos. Em junho, um número do interior paulista foi o campeão em cancelamento (31 vezes). Em julho, outro paulista liderou (14 vezes). Em agosto, o recordista foi um número do Rio (18 vezes).</p>
<p>Para esses técnicos, isso ocorre porque, pelas regras da Anatel, as operadoras receptoras podem ser multadas se não cumprirem o prazo de efetivação da portabilidade em cinco dias úteis. Com o cancelamento antes do vencimento do prazo, elas escapam da multa.</p>
<p>Há outro motivo. O maior volume de cancelamentos ocorre por operadoras que estão com o sistema funcionando perfeitamente. O problema é que, tecnicamente, esse sistema funciona com o da operadora doadora. Quando existe inconsistência ou conflito de informações cadastrais de um cliente que pede a portabilidade, o sistema &#8220;trava&#8221;, impedindo a efetivação do pedido.</p>
<p>Há cerca de seis meses, a Anatel pediu que ajustes fossem realizados nesse sistema para que ele aceitasse detalhes cadastrais irrelevantes (como um sobrenome escrito diferente em uma das operadoras). A dificuldade agora é maior. Os conflitos ocorrem com número de documentos e há casos até de pedidos realizados por pessoas que não são os titulares das linhas.</p>
<p>Como as operadoras que recebem os clientes ficam com o ônus da portabilidade, elas estariam cancelando o pedido. Automaticamente, o número entraria novamente na fila de novos pedidos e, assim, a Anatel não poderia aplicar multas. A Folha apurou que a agência está monitorando essa prática.</p>
<p>Outro problema levantado pelos técnicos: a equipe de atendimento das operadoras poderia estar cancelando os pedidos em nome dos clientes que pretendem deixá-la.</p>
<p>Na briga por clientes, atendentes da Oi já se fizeram passar por assinantes que haviam pedido portabilidade para a GVT, há quase seis meses. O caso foi parar na Justiça e levou a Anatel a baixar uma regra específica, proibindo essa prática.</p>
<p>Os técnicos da ABR Telecom e das operadoras envolvidas ainda estão apurando se há esse tipo de prática nos cancelamentos atuais. Mas, até o momento, a hipótese é remota. Isso porque, segundo eles, a perda de clientes entre as operadoras via portabilidade é menor ainda que a perda provocada pelo cancelamento dos contratos, algo que sempre existiu.</p>
<p><strong>Reclamações</strong></p>
<p>A insatisfação do consumidor já chega à Anatel. Entre junho e agosto, quando os problemas se intensificaram, a agência registrou cerca de 3.500 reclamações contra a portabilidade. Um terço dos reclamantes não conseguiu a efetivação da portabilidade. Outros 7% disseram que o número foi portado após o prazo de cinco dias.</p>
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		<title>Internet e celulares são mídias de baixo custo para divulgação</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 20:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Cardoso, administrador do portal</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[baixo custo]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Para alavancar as vendas e fortalecer a imagem da empresa não é preciso gastar muito. Com até R$ 1 mil é possível investir em ferramentas de marketing de baixo custo e alcançar resultados de médio e longo prazo. Segundo a consultora em Marketing Kelly Gomes, o importante é ter um plano de comunicação, elaborar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para alavancar as vendas e fortalecer a imagem da empresa não é preciso gastar muito. Com até R$ 1 mil é possível investir em ferramentas de marketing de baixo custo e alcançar resultados de médio e longo prazo. Segundo a consultora em Marketing Kelly Gomes, o importante é ter um plano de comunicação, elaborar os objetivos a serem alcançados e escolher as melhores ferramentas a serem utilizadas.</p>
<p>As primeiras estratégias começam dentro da empresa. Se a companhia é especializada em um determinado assunto, o diretor pode escrever artigos e mandar para veículos de comunicação. &#8220;A maior parte dos meus clientes me procura depois de ter lido textos em sites especializados&#8221;, afirma Kelly. O funcionário também deve se transformar em um agente de marketing e precisa estar preparado para utilizar ferramentas digitais. &#8220;A recepcionista que antes ficava ociosa uma parte do dia pode ajudar a atualizar o site da empresa&#8221;, explica.</p>
<p>Para a consultora, o marketing de baixo custo depende também da divulgação dos serviços da empresa na internet. Para aumentar a visibilidade do site corporativo, ela sugere a troca de link com outras empresas que vendam produtos sinérgicos. &#8220;A pessoa entra em uma página, se interessa por assuntos similares e clica nos sites relacionados&#8221;, orienta.</p>
<p>O link patrocinado também pode ajudar. Nesse caso, a companhia coloca pequenos anúncios em sites de busca. &#8220;O interessante dessa ferramenta é que é a empresa quem determina o quanto vai pagar por clique recebido&#8221;, diz Kelly. O custo do acesso costuma variar de R$ 0,30 a R$ 0,80 e é o valor total investido pela empresa que determina a localização do anúncio na página.<br />
O site da empresa pode contar ainda com ferramentas de web analytics que conseguem fazer a análise de acesso e traçar o perfil do usuário. É possível saber quanto tempo o cliente lê a informação e quais são os links que despertam maior interesse. &#8220;A internet passa a ser uma mídia onde você consegue fazer o ajuste de marketing baseado em resultados&#8221;, explica Cláudia Woods, diretora de inteligência e marketing da Predicta, empresa de serviços de web analytics.</p>
<p>Com a ferramenta, o WebMotors, site especializado no anúncio de compra e venda de veículos, consegue monitorar o acesso à página na internet. &#8220;Só no mês de março atingimos um recorde de mais de 10 milhões de usuários, e com essas informações em mãos, podemos dar feedbacks imediatos aos nossos parceiros sobre os resultados e otimizar os investimentos&#8221;, explica Marcos Camargo Júnior, gerente de marketing da WebMotors.</p>
<p>Outra estratégia de baixo custo é adotar o e-mail como ferramenta de marketing para divulgar campanhas e produtos. &#8220;A maior parte das pessoas está conectada no mínimo oito horas por dia na internet e está a todo momento checando o e-mail&#8221;, explica Jonatas Abbott, diretor da empresa Dinamize, especializada em serviços de mar­keting digital. Com ferramentas de e-mail marketing, como o Easy Mailing, é possível enviar 1 mil mensagens simultâneas para clientes ao custo de R$ 29.</p>
<p>Para que a ferramenta não se torne um spam, Abbott orienta as empresas a utilizar listas de clientes já cadastrados e que autorizaram o recebimento das mensagens. &#8220;O retorno do e-mail marketing é já nas primeiras 24 horas&#8221;, afirma. A média de leitores é de 11%, e 3% deles entram no site da empresa. O índice é alto se comparado ao de leitura de mala direta impressa, que é de 1,5%. Todo mês a empresa Compujob, especializada na venda de equipamentos de informática, manda 1 milhão de e-mails para os clientes através do Easy Mailing. &#8220;O maior retorno de conversão em venda é o e-mail marketing e em segundo o link patrocinado&#8221;, explica Adriane Lengler, diretora comercial da Compujob.</p>
<p>Os e-mails enviados pela empresa trazem um link em que o cliente pode acessar o chat da Compujob e ser atendido ao vivo. Com a ferramenta Easy Chat da Dinamize, um mesmo funcionário pode atender três clientes ao mesmo tempo. O custo do serviço é de R$ 35 por posição de atendimento. &#8220;O Easy Chat tem baixo custo e alto impacto&#8221;, afirma Abbott.</p>
<p>O celular também pode ser uma importante ferramenta de marketing. Com o sistema Mobi Maker, desenvolvido pela Praesto, as companhias podem divulgar o catálogo de produtos através de um site móvel disponível para celulares. O software permite que as companhias criem seu próprio site mobile. &#8220;A empresa só precisa mandar uma mensagem para o usuário e avisar a novidade&#8221;, explica Eric Santos, diretor da Praesto. Por meio de uma mensagem SMS ou por Bluetooth, o cliente é convidado a instalar o programa para receber as informações. Se aceitar, entra no link da página e recebe o catálogo de produtos, as novidades e as promoções.</p>
<p>O Mobi Maker permite ainda que as empresas desenvolvam um folder mobile com informações dos produtos. O aplicativo é muito utilizado em feiras e permite à empresa reduzir custos com a impressão de folders. A Praesto contabiliza que só na última feira em que um cliente expôs seus produtos, 10% de todos os visitantes receberam o folder mobile em seus celulares. &#8220;O mobile marketing trabalha também com um aspecto viral, já que a pessoa que recebe quer mostrar para os outros e isso pode se tornar uma mídia espontânea&#8221;, explica Santos. O produto custa R$ 1 mil e tem mensalidade de R$ 100. Se as mensagens forem enviadas por SMS, cada uma custa R$ 0,30.</p>
<p>De olho nos internautas, as empresas podem usar as redes sociais da internet para interagir com os clientes. É possível utilizar ferramentas gratuitas como blogs, Orkut, YouTube ou mesmo o Twitter para divulgar produtos. Mas os especialistas alertam: antes de entrar em uma rede é preciso conhecê-la.</p>
<p>A consultora Flávia Paluello, autora do Guia do Twitter para Empresas, explica que os responsáveis pela comunicação, marketing e gestão da empresa devem conhecer as mais relevantes redes sociais. &#8220;Todas elas funcionam sob um mesmo princípio: o da indicação, partilha e soma de conteúdos&#8221;, comenta.</p>
<p>As redes devem ser constantemente atualizadas e precisam despertar o interesse dos clientes através de links, assuntos e discussões. &#8220;É importante monitorar em tempo real o que acontece e ter respostas rápidas&#8221;, explica a consultora.<br />
Flávia coloca que o Twitter pode melhorar a notoriedade da marca, a comunicação com o cliente e a gestão da empresa. Isso porque a ferramenta funciona como um microblogging que interliga diferentes usuários, o que possibilita que pessoas com afinidades em comum possam se comunicar. &#8220;É possível medir o retorno do investimento no Twitter utilizando o Google Analytics ou o Twitter Search, que mede a quantidade de posts que foi gerada&#8221;, afirma.</p>
<p>A WebMotors tem perfil no Twitter e utiliza a ferramenta para divulgar novidades sobre o setor automotivo. &#8220;São matérias escritas pela redação do site, por colunistas e colaboradores especializados, além de agências de notícias nacionais e internacionais&#8221;, comenta Marcos Camargo Júnior, gerente de marketing da empresa.</p>
<p><strong>Blogs corporativos</strong></p>
<p>Pelos cálculos do consultor Fábio Cipriani, autor do livro Blog corporativo, 205 pequenas e médias empresas e 72 grandes corporações brasileiras têm blogs corporativos e esse é um número que só tende a aumentar. Isso porque o blog supre uma necessidade das empresas de atender clientes cada vez mais exigentes que querem participar da criação, dar sugestões de uso e interagir com outros clientes da empresa.</p>
<p>O assunto escolhido para os posts deve ser livre. &#8220;Falar diretamente dos seus produtos ou de promoções não é estabelecer diálogo com o mercado e pode ser muito chato&#8221;, explica Cipriani. O conteúdo deve trazer informações que provoquem a participação dos leitores. A dica é para falar do universo que circunda o produto e abordar temas da indústria ou do mercado em geral. Mas é bom a empresa estar preparada, é comum os usuários postarem reclamações. &#8220;A melhor forma de lidar com isso é respondendo publicamente&#8221;, comenta. Cipriani é a favor da moderação de comentários para evitar problemas de spam e comentários desrespeitosos e apelativos.</p>
<p><strong>Conteúdo publicado na Revista Empreendedor</strong></p>
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