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	<title>CDL de Anápolis &#187; Varejo</title>
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	<description>Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis</description>
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		<title>Promoções de veículos elevaram vendas do comércio varejista em julho</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 18:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[As promoções realizadas pelas concessionárias levaram os consumidores de volta às compras dos carros zero. Em julho, segundo a Fenabrave, houve um aumento de mais de 12% nos emplacamentos. A forte procura por veículos elevou a atividade do comércio varejista no sétimo mês do ano. O aumento, de acordo com o Indicador Serasa Experian de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As promoções realizadas pelas concessionárias levaram os consumidores de volta às compras dos carros zero. Em julho, segundo a Fenabrave, houve um aumento de mais de 12% nos emplacamentos. A forte procura por veículos elevou a atividade do comércio varejista no sétimo mês do ano.</p>
<p>O aumento, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, divulgado no dia 4 de agosto, foi de 0,9%, frente ao mês anterior, e de 9,5%, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Somente o segmento Veículos, Motos e Peças registrou alta de 5,3% nas vendas, considerando a comparação mensal, e de 12%, frente a julho de 2009.</p>
<p>De acordo com o indicador, no acumulado deste ano, a atividade do comércio varejista cresceu 10%. Nesse período, o segmento de Veículos, Motos e Peças e de móveis também foi destaque, pois apresentou aumento de 17,6% nas vendas no período.</p>
<p><strong>Comércio varejista frente a junho</strong></p>
<p>Em julho, frente a junho, todos os segmentos do comércio registraram aumentos nas vendas, ao contrário do que ocorreu um mês antes, quando apenas o segmento de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática registrou aumento.</p>
<p>Além do segmento de Veículos, nessa comparação, o destaque também ficou com Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios, que registrou aumento de 1,3% nas vendas, seguido pelo segmento de Combustíveis e Lubrificantes, cujas vendas ficaram 1,1% maiores no período.</p>
<p>Outro destaque foi o segmento Material de Construção. Em julho, as vendas desse grupo aumentaram 1%. Já as vendas dos segmentos Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas e Móveis, Eletroeletrônicos e Informática cresceram menos, 07% e 0,4%, respectivamente.</p>
<p><strong>Análise anual</strong></p>
<p>Frente a julho do ano passado, o indicador mostra alta de 9,5%. Nessa base comparativa, todos os segmentos registraram aumento das vendas. E o grande destaque ficou por conta do segmento Material de Construção, cujas vendas registraram acréscimo de 17,4%.</p>
<p>Depois dele, Móveis, Eletroeletrônicos e Informática e Veículos, Motos e Peças também se destacaram em julho, com altas de 13% e 12%, respectivamente. Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios registraram aumento de 6,1% nas vendas.</p>
<p>Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas registrou um acréscimo de 4,9% nas vendas, seguido do segmento Combustíveis e Lubrificantes, cujo aumento ficou em 0,8%.</p>
<p><strong>Sobre o índice</strong></p>
<p>O indicador da Serasa tem como base o banco de dados da Serasa Experian. A partir da metodologia de cálculo do PIB, apresentada pelo IBGE em 2007, na qual o comércio passou a ser, individualmente, o setor com maior participação na geração do valor adicionado da economia brasileira, respondendo por 11%, a entidade percebeu que é de fundamental importância dispor de mais indicadores, destinados a mensurar a evolução deste setor da atividade econômica do País.</p>
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		<title>Indústria e varejo pegam carona no mundial de futebol</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 17:47:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando a Seleção Brasileira entra em campo na Copa do Mundo o varejo comemora. Assim como o Natal e o Dia das Mães, o evento esportivo é um dos que mais motiva o brasileiro a ir às compras. Isso porque para acompanhar os jogos da seleção e torcer, a população não abre mão de reunir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/06/Graphic114.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2127" title="Graphic1" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/06/Graphic114-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Quando a Seleção Brasileira entra em campo na Copa do Mundo o varejo comemora. Assim como o Natal e o Dia das Mães, o evento esportivo é um dos que mais motiva o brasileiro a ir às compras. Isso porque para acompanhar os jogos da seleção e torcer, a população não abre mão de reunir os amigos, se vestir de verde e amarelo e ter uma boa TV para não perder os lances dos jogos. O varejo se beneficia desse clima e desenvolve uma série de produtos, campanhas e promoções com a temática da Copa.</p>
<p>Neste mundial, os empresários brasileiros se preparam para entrar em campo e mobilizar a torcida. De acordo com a pesquisa Perspectiva Empresarial para 2010, realizada pela Serasa Experian, em uma população de 1 mil empresários do País, 50% deles resolveram fazer algum tipo de promoção que tenha como tema a Copa. Esse mesmo percentual de varejistas acredita que o faturamento de suas empresas em 2010 dobre em comparação com os meses de junho e julho do ano passado. A pesquisa revela também quais devem ser os produtos mais procurados pelos consumidores. Na lista estão artigos para torcida (53%), televisores de alta definição (22%), bebidas (16%), TVs convencionais (4%) e eletrônicos (1%).</p>
<p>Segundo Gilmar Marques, professor de marketing da ESPM, a preparação do varejo para a Copa deve começar com no mínimo um ano de antecedência. Um tempo que ele considera fundamental para que as empresas desenvolvam campanhas criativas e adequadas ao tema dos jogos. Marques sugere que as empresas façam promoções que distribuam algum tipo de brinde colecionável aos seus clientes, como postais e canecos que possam estar relacionados à Copa e à marca da loja, e usar a internet para divulgar essas campanhas.</p>
<p>Para não errar nas promoções, o especialista orienta que o varejo trabalhe com a temática através da diversão. “Achei muito interessante uma promoção da Piz­za Hut da Irlanda. O país perdeu o jogo da eliminatória da Copa para a França com um gol de mão. Por conta disso, a rede lançou uma promoção no país que a cada gol que a França tomar, as primeiras 350 pessoas que ligarem para a Pizza Hut vão receber uma pizza em casa gratuitamente. É um tipo de promoção bem criativa que é adequada ao tema e ao mesmo tempo promove a marca.”</p>
<p>Em ano de Copa, o especialista orienta que o varejo aproveite também para transformar o ponto de venda em um lugar de entretenimento e que adapte o horário de funcionamento do local ao cronograma dos jogos. “Colocar uma TV com uma boa imagem em um lugar que as pessoas podem ver faz o cliente ficar mais tempo na loja. Porque não adianta fingir que não está acontecendo nada, também não adianta paralisar tudo.”</p>
<p>A loja de departamento Havan entrou no clima dos jogos. A rede preparou espaços temáticos em 18 lojas, onde são vendidas bandeiras e camisas do Brasil, e colocou na réplica da Estátua da Liberdade – que é símbolo da marca – da unidade de Curitiba uma camisa do Brasil para homenagear a seleção que treinou na cidade antes de embarcar para a África. A Havan também aumentou seu estoque de televisores com tela de plasma. “Nós estimamos que as vendas de TVs cresçam 60%. Nessa época aumenta também a procura por produtos agregados aos televisores, como tapetes e sofás”, explica Edson Diegoli, diretor da Havan.</p>
<p>A Positivo Informática também se preparou para o aumento na demanda por televisores. A empresa resolveu ampliar a sua linha de computadores com TV e lançou a edição Positivo PCTV verde e amarelo. Os equipamentos captam sinal de TV digital e têm softwares que permitem rever os lances ou gravar as partidas da competição. “O design do produto é diferenciado porque os gabinetes têm um painel de acrílico removível que pode ser personalizado com imagens que remetem ao futebol”, afirma César Aymoré, diretor de marketing da Positivo Informática. A nova edição vem ainda com o software Enciclopédia do Futebol. Um aplicativo que permite ao usuário aprofundar os conhecimentos sobre os campeonatos mundiais desde 1930. “O programa traz fotos e informações sobre as cidades-sede e os estádios onde as partidas do mundial deste ano serão realizadas.”</p>
<p><strong>Torcida personalizada</strong></p>
<p>Nessa época em que se costuma oferecer brindes para clientes e funcionários, uma opção para as empresas é personalizar os artigos entregues. A Donna, empresa especializada em produtos personalizados, criou uma série de soluções para isso. São seis kits torcedor com bandeiras, chocalhos e artigos para a torcida que trazem, além dos símbolos do Brasil, o logo das empresas patrocinadoras. “Essa é a primeira vez que nós oferecemos esse tipo de serviço. A ideia é que os clientes e funcionários que utilizarem os produtos personalizados torçam para o Brasil e ao mesmo tempo ajudam a divulgar a empresa”, explica Sandra Donatangelo, diretora da Donna.</p>
<p>Em época de Copa não são só os aficionados por futebol que mudam sua rotina para assistir aos jogos. Estudo realizado pelo instituto Análise, Pesquisa e Planejamento de Mercado (APPM), com 1 mil pessoas do Estado de São Paulo, mostra que 58% dos entrevistados costumam acompanhar os jogos e as notícias sobre futebol. “A Copa atinge todos os níveis sociais, é um evento democrático”, afirma Rodrigo de Souza Queiroz, diretor de marketing do APPM.</p>
<p>A Amanco, empresa líder em tubos e conexões, resolveu utilizar essa paixão nacional em sua publicidade. A primeira campanha da marca relacionou a troca de tubos e conexões com a Copa Libertadores. Agora em ano de Copa do Mundo, o grito de gol é o tema da campanha publicitária. Na nova peça, que está no ar desde abril na TV e no rádio, os personagens, como instaladores hidráulicos e balconistas, falam como se comemorassem um gol. A peça termina ainda com a frase: “Quem sabe, faz um golaço com a Amanco”. “Nós escolhemos falar de futebol ao invés de falar só sobre a Copa. Receio que quem pegar só a carona dos jogos para fazer campanha está vulnerável, por exemplo, ao desempenho da seleção. Este não é o nosso caso”, explica Patrícia Barreros, gerente de relacionamento da Amanco.</p>
<p>Para João Paulo Siqueira, professor de marketing da Trevisan Escola de Negócios, as empresas que quiserem se utilizar da temática da Copa têm que estar preparadas para o impacto que a competição causa nos torcedores. Ele explica que na fase pré-Copa é possível trabalhar com a expectativa dos torcedores. O complicado, segundo ele, é quando os jogos começam, porque aí o varejo não tem como prever o desempenho da seleção, e o sentimento de esperança pode se transformar em êxtase ou decepção. “Teremos que aprender a trabalhar com isso porque em 11 de julho, quando terminar a Copa na África, já temos que entrar no clima da Copa no Brasil.”</p>
<p><strong>Dicas para o varejo aproveitar a Copa</strong></p>
<p>* Planeje o desenvolvimento de produtos temáticos com no mínimo um ano de antecedência;<br />
* Use da criatividade para lançar promoções. Mas cuidado: é preciso que a promoção esteja adequada à temática dos jogos;<br />
* Surpreenda os clientes;<br />
* Transforme o ponto de venda em ponto de entretenimento;<br />
* Lance colecionáveis, como canecos, figurinhas ou postais;<br />
* Adapte o varejo ao horário da Copa;<br />
* Faça promoções pela internet.</p>
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		<title>Horários de funcionamento do comércio &#8211; Dia das Mães 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 19:18:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[O comércio em Anápolis terá horário de funcionamento diferenciado a partir da próxima quinta-feira devido às comemorações para o Dia das Mães 2010. Nos dias 06, 07 e 08 de maio, as lojas estarão abertas até as 20 horas, e no dia 09, até meio-dia, com exceção dos shoppings que poderão funcionar das 13 às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O comércio em Anápolis terá horário de funcionamento diferenciado a partir da próxima quinta-feira devido às comemorações para o Dia das Mães 2010. Nos dias 06, 07 e 08 de maio, as lojas estarão abertas até as 20 horas, e no dia 09, até meio-dia, com exceção dos shoppings que poderão funcionar das 13 às 22 horas, com duas turmas. </strong></p>
<p><strong>O acordo para a diferenciação dos horários foi firmado entre o Sindicato do Comércio Varejista de Anápolis (SINCOVAN) e o Sindicato dos Empregados no Comércio de Anápolis (SECA). Os representantes dos dois sindicatos alertam sobre a necessidade de efetuar a homologação do Acordo Coletivo de Trabalho, que deverá ser feito em três vias, a serem entregues nas sedes do SINCOVAN e do SECA. </strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Para mais informações, ligue:</strong></span></p>
<p><strong>SINCOVAN: (62) 3311-4484/ 3098-4949</strong></p>
<p><strong>SECA: (62) 3098-2569</strong></p>
<p>Fonte: Assessoria de imprensa CDL Anápolis, com informações do Sincovan e Seca</p>
<p>Foto da capa: Google Imagens</p>
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		<title>Agregar para obter lucros maiores</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 14:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Para suprir as necessidades dos consumidores, as empresas estão cada vez mais segmentadas. A oferta de novos produtos e opções de serviços crescem a cada dia para cativar o cliente, obtendo mais competitividade e lucros. Seja no comércio ou na prestação de serviços, a venda cruzada, ou cross-selling, consiste em sugerir produtos ou serviços complementares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Para suprir as necessidades dos consumidores, as empresas estão cada vez mais segmentadas. A oferta de novos produtos e opções de serviços crescem a cada dia para cativar o cliente, obtendo mais competitividade e lucros. Seja no comércio ou na prestação de serviços, a venda cruzada, ou cross-selling, consiste em sugerir produtos ou serviços complementares aos já adquiridos pelos clientes. Já o up-selling é uma estratégia na qual o vendedor sugere um adicional do mesmo produto ou serviço que está sendo comprado.</span></p>
<p><span>Quando o consumidor vai comprar um lanche no McDonald&#8221;s e pede uma oferta composta por sanduíche, refrigerante e batata frita, o atendente pergunta se gostaria de acrescentar batatas por mais R$ 0,50 (up-selling). Também oferece ao cliente uma sobremesa para acompanhar (cross-selling).</span></p>
<p><span>Segundo o professor e consultor para Telecom da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-RJ), Antonio Carlos Morim, as empresas fazem uma &#8220;garimpagem&#8221; de informações do comportamento de consumo. Com isso, as companhias qualificam o valor e o potencial de cada cliente.</span></p>
<p><span>Nas empresas de telefonia móvel do país, o potencial de receita decorrente dessas ações é muito grande, principalmente em épocas de ações promocionais específicas &#8211; quando a entrada líquida pode aumentar em média 3% ao mês.</span></p>
<p><span>Esta prática, que vem sendo observada em vários segmentos do <span style="font-weight: bold;">varejo</span>, contribui tanto para o aumento das vendas, quanto para a comodidade do cliente, que consegue encontrar em uma única marca maior variedade de produtos.</span></p>
<p><span>Nas lojas Ortobom, o faturamento aumentou 15% devido às táticas de vendas e à segmentação de produtos. Há 43 anos, a rede iniciou suas atividades vendendo apenas colchões.</span></p>
<p><span>Em 2005, começou a oferecer roupas de cama e, no ano passado, acrescentou uma linha de banho.</span></p>
<p><span>Quando a Ortobom começou a praticar up-selling , era oferecido um conjunto box na medida queen-size aos clientes que procuravam por uma cama e colchão de tamanho padrão, demonstrando que significa investimento em conforto. &#8220;Ao sugerir a compra de travesseiros (cross-selling), observamos o contentamento dos clientes com o serviço prestado&#8221;, explicou Filho.</span></p>
<p><span>O treinamento de vendedores da Mr. Cat consiste em oferecer ao cliente o máximo de produtos possíveis em cada atendimento, segundo a gerente de RH, Ana Paula Brafman.</span></p>
<p><span>&#8220;Durante muito tempo, a loja era conhecida pelos calçados masculinos.</span></p>
<p><span>Aos poucos, a marca ganhou o público feminino. Atualmente, trabalhamos com uma linha de acessórios e bolsas para mulheres&#8221;, ressaltou Ana Paula. Hoje, mais da metade das vendas da Mr. Cat incluem mais de um item. A expectativa da rede é de que 100% das vendas entrem para este modelo.</span></p>
<p><span>A Naturativa, rede de farmácias de manipulação, incrementou o faturamento em cerca de 20% após oferecer ao consumidor cosméticos industrializados, ampliando a sua gama de produtos (cross-selling). &#8220;Percebi que poderia oferecer produtos que não eram vendidos em farmácias comuns. Unimos a preocupação com a formulação dos itens e a praticidade do produto industrializado&#8221;, comenta a proprietária e farmacêutica, Carina Gurgel.</span></p>
<p><span>O diretor comercial da Brasanitas Serviços Integrados, Marcelo Trovati, calcula que o faturamento cresceu em 5% após oferecer serviços agregados, como conservação e limpeza ambiental e higienização em hospitais. A companhia atende a clientes da indústria, saúde, serviços, ensino e varejo.</span></p>
<p><span>Para identificar as necessidades dos clientes, segundo Trovati, é preciso estudá-los, conhecer demandas, identificar necessidades e sugerir soluções.</span></p>
<p><span>&#8220;O ponto de partida para toda estratégia de vendas é ter certeza de que sua equipe está desempenhando um bom trabalho, com altos índices de satisfação do cliente. Isso encoraja a equipe de vendas a aumentar a oferta de serviços.&#8221; De acordo com o professor de comportamento do consumidor e marketing da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (Ebape-FGV), Eduardo Ayrosa, fazer com que o consumidor consuma rápido para adquirir cada vez mais gera preocupação em relação ao conceito de sustentabilidade.</span></p>
<p><span>- Pode ser melhor para a economia, mas não é melhor para o meio ambiente. Além de aumentar a quantidade de lixo, há muito desperdício &#8211; ressaltou Ayrosa.</span></p>
<p><span>O consumidor deve estar atento à diferença entre venda cruzada e venda casada, que é proibida por lei.</span></p>
<p><span>&#8220;A venda casada ocorre quando a compra só existe se outro bem também precisar ser adquirido, ou seja, para comprar um produto que você quer, tem que pagar por outro que você não quer.&#8221; Segundo o gestor de projetos em varejo, Fernando Potsch, a propaganda mais negativa é a de um cliente insatisfeito. &#8220;Em média, um cliente satisfeito fala para no máximo quatro amigos sobre os serviços prestados e um insatisfeito fala para cerca de dez pessoas sobre a experiência ruim com algum serviço ou produto.&#8221; O promotor de Justiça de defesa do consumidor, Julio Machado alerta ainda que o envio de produtos ou serviços sem a solicitação prévia do consumidor é considerado prática abusiva.</span></p>
<p><span>Empresas fazem garimpagem de informações do compor tamento de consumo</span></p>
<p><span>Fonte imagem da capa: Google Imagens<br />
</span></p>
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		<title>Consumidor terá mais crédito à disposição para compra natalina</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você planeja adquirir algum eletroeletrônico neste fim de ano, vai deparar com melhores condições de financiamento, com juros ligeiramente mais baixos e menor exigência dos varejistas para conceder crédito. O cenário econômico animador levou as redes a incentivar o uso do financiamento como forma de atrair a clientela, já que esta é uma época [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Se você planeja adquirir algum eletroeletrônico neste fim de ano, vai deparar com melhores condições de financiamento, com juros ligeiramente mais baixos e menor exigência dos varejistas para conceder crédito. O cenário econômico animador levou as redes a incentivar o uso do financiamento como forma de atrair a clientela, já que esta é uma época em que as pessoas usam o dinheiro do 13º salário para quitar dívidas.</p>
<p>O Wal Mart, presente no Grande ABC com as marcas Sam&#8221;s Club, Maxxi e Todo Dia, garante para os clientes com cartão Hipercard R$ 23 bilhões em crédito para o final de ano, volume 30% maior que em 2008. A estratégia é aproveitar a alta na confiança do consumidor e fazer campanhas diferentes a cada mês. Em outubro, o mote é dar ao cliente a primeira parcela paga nas compras de linha branca, informática e LCD, feitas em 13 vezes sem juros.</p>
<p>Segundo Nuno Fouto, coordenador do Provar (Programa de Administração do Varejo), passar a mensagem de que o preço está bom e que ele cabe no bolso do cliente é um fator importante. &#8220;O poder de compra do brasileiro cresceu, além de o prazo de pagamento estar maior e os juros, menores.&#8221;</p>
<p>Neste trimestre, o Carrefour decidiu alongar os planos de pagamento. &#8220;A oferta de crédito seguirá em franco crescimento, com destaque para a linha branca, em 18 vezes sem juros&#8221;, diz Ricardo da Cruz Barrote, diretor do Carrefour Soluções Financeiras.</p>
<p>CENÁRIO &#8211; Levantamento do Provar apontou que a intenção de usar o crediário para comprar bens duráveis ou semiduráveis subiu em diversas categorias de produtos, especialmente na linha branca, que ficou em 77,6% neste trimestre, alta de 1,5 ponto percentual ante igual período de 2008.</p>
<p>A Casas Bahia, conhecida pela política agressiva de concessão de crédito, mantém por tempo indeterminado a campanha de vender alguns itens em 17 vezes sem juros. De acordo com a empresa, o volume de crédito será 10% maior neste ano, assim como o volume nas vendas natalinas.</p>
<p>Há pouco mais de um mês, a Casas Bahia iniciou ação de reabilitação de crédito que segue até janeiro de 2010. Na primeira quinzena deste mês, o programa já soma 50 mil clientes.</p>
<p>Na Coop (Cooperativa de Consumo), não haverá mudança na concessão de crédito, mas a taxa de juros está menor frente a 2008.</p>
<p></span></p>
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		<title>Pesquisa mostra que vendas para o Natal devem bater novo recorde</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/capa/702/pesquisa-mostra-que-vendas-para-o-natal-devem-bater-novo-recorde/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 12:26:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[A procura por novidades tecnológicas , a facilidade de compras à distância, pela intenert, e um ambiente econômico mais favorecido no mercado interno por maior acesso do consumidor ao crédito devem fazer do Natal 2009 o melhor dos últimos dez anos. A avaliação é do consultor Claudio Felisoni de Angelo, coordenador da pesquisa Programa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 15px;">A procura por novidades tecnológicas , a facilidade de compras à distância, pela intenert, e um ambiente econômico mais favorecido no mercado interno por maior acesso do consumidor ao crédito devem fazer do Natal 2009 o melhor dos últimos dez anos.</p>
<p>A avaliação é do consultor Claudio Felisoni de Angelo, coordenador da pesquisa Programa de Administração do Varejo (Provar), realizada em conjunto pelo Laboratório de Finanças (Labfin), da Fundação Instituto de Administração (FIA) e Felisoni Consultores Associados.</p>
<p>Segundo a pesquisa divulgada na última quarta-feira (21), a previsão de aumento das vendas neste trimestre é de 6,1%, em outubro, 6,5%, em novembro e 5,2% em dezembro. Felisoni observou que essa condição é resultado, principalmente, dao fato de o país estar contornando os efeitos da crise econômica internacional. Ele alertou, porém, para o risco de inadimplência.</p>
<p>“Nós temos uma renda média do pessoal ocupado em R$ 1.400 e, descontando os gastos com as despesas do dia a dia, o ideal seria não comprometer mais do que 15% a 20% da renda com o pagamento de dívidas”.</p>
<p>Felisoni lembrou que apesar de ter baixado, a taxa de juros praticada no mercado ainda é alta, na faixa de 3% ao mês.</p>
<p>Dados da pesquisa realizada com 500 consumidores mostram que 14,4% têm a intenção de comprar produtos na área de cine e foto. No trimestre anterior, esse número foi de  11,6%. O segmento de cine e foto, líder na preferência entre dez itens consultados, assumiu a posição que era ocupada pelos bens de informática, agora na  segunda colocação, com 12,8% ante 14,2%.</p>
<p>Os produtos da linha branca &#8211; geladeiras, fogões e máquinas de lavar &#8211; estão em quinto lugar na preferência do consumidor, com 9,8%. Na pesquisa anterior, esse número havida sido 12,2%., no terceiro trimestre.</p>
<p>Nesse caso, assim como no segmento de automóveis, em que o índice passou de 6,8% para 6,2%, Felisoni associa a queda ao fim da isenção do  Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI).</p>
<p>Na lista de intenção de compras pela internet os produtos que lideram a preferência dos consumidores são os CDs, DVDs, livros e revistas, com índice de 31,4%, um pouco mais do que na pesquisa anterior (31,2%), seguidos pelos eletroeletrônicos (30,4%), que caíram  ante 31,4%) e informática (27,8% ante 29,1%).</p>
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		<title>Vitrines devem funcionar como um convite irrecusável, pois respondem, em média, por 50% das vendas de uma loja</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 16:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembra daquele vendedor que ficava na porta da loja convidando as pessoas para entrar? Faz tempo que o varejo desistiu dessa estratégia, até mesmo porque esse papel passou a ser executado exclusivamente pela vitrine, uma ferramenta de venda muito mais eficaz e bem menos inconveniente. Quando elaborada de forma correta, a vitrine funciona como um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; color: #4c4c4c;"> </span></p>
<div id="div_1" style="display: inline; padding: 0px; margin: 0px;">Lembra daquele vendedor que ficava na porta da loja convidando as pessoas para entrar? Faz tempo que o varejo desistiu dessa estratégia, até mesmo porque esse papel passou a ser executado exclusivamente pela vitrine, uma ferramenta de venda muito mais eficaz e bem menos inconveniente. Quando elaborada de forma correta, a vitrine funciona como um vendedor silencioso com um convite irrecusável para entrar na loja. Sua função é conquistar o consumidor pelo olhar e deixar um gostinho de &#8216;quero ver mais&#8217;. &#8220;Se não soubermos cativar o público pelo olhar, será difícil vender&#8221;, sentencia Regina Blessa, autora do livro Merchandising no ponto-de-venda.</p>
<p style="padding: 0px; margin: 0px;">
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;">A vitrine é mesmo uma das mais poderosas ferramentas de comunicação do varejo. De acordo com a designer Silmara Carreiro, da NT Vitrina, empresa especializada em merchandising visual, a vitrine responde, em média, por 50% das vendas de uma loja. &#8220;Em alguns segmentos, esse percentual pode chegar a 80%&#8221;, destaca a profissional, que tem entre seus clientes grandes redes como Zara e Crawford. Além de trazer um resultado fantástico, a vitrine ainda é uma ferramenta de marketing com produção bem mais barata do que mídias tradicionais como rádio, televisão, jornal e revista. Outra vantagem é sua flexibilidade. Se não funcionou, é fácil mudar.</p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;">E nesse aspecto a vitrine ainda tem outro ponto positivo: a rapidez em visualizar o impacto que a ferramenta exerce no público-alvo. A resposta do cliente é dada na hora, o que também dá margem para fazer ajustes com mais eficiência. Por isso, vendedores, gerentes e proprietários de loja devem ficar muito atentos ao comportamento do consumidor. Sempre que possível, anote quantas pessoas entraram na loja em função do que viram na vitrine. Se ninguém parar para olhar nada, mude logo, é sinal que a produção não cumpriu com o objetivo de atrair o cliente. Lembre-se: medir resultados é imprescindível em qualquer estratégia.</p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;">Mas para que uma vitrine traga bons resultados, ela tem que ser um retrato do negócio. Ao bater o olho, o cliente tem que perceber o que a loja vende e quem é seu público-alvo. Assim, não adianta fazer uma vitrine sofisticada se os produtos que você vende são populares, e vice-versa. As informações contidas na arrumação da vitrine têm que estar sintonizadas com o interior do ponto-de-venda. &#8220;A cada dia mais se coordena a decoração das vitrines com o ambiente interno da loja, fazendo com que o cliente não perca o &#8216;clima&#8217; ao entrar na loja e continue sendo seduzido&#8221;, afirma Silmara.</p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;">Alguns cuidados são importantes na hora da montagem efetiva da vitrine. O primeiro passo é certificar-se de que a estrutura do espaço permite uma boa produção. Uma dica é usar materiais versáteis e cores neutras no piso, nas paredes e no teto. Elas permitem diferentes composições sem grandes investimentos. Segundo Silmara, essa questão é fundamental ao preparar a loja para o verão, uma temporada comprida, com cerca de seis meses. A designer explica que cores em excesso podem cansar rapidamente. Em geral, os vitrinistas recomendam não passar de três cores. Se quiser quebrar a regra, escolha um especialista no assunto. Com relação aos materiais, prefira aqueles que aceitam furos, colagens e pinturas.<br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><strong style="padding: 0px; margin: 0px;">Foco certo</strong></p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;">Outro item que merece cuidado ao montar uma vitrine é a iluminação. &#8220;É a cereja do bolo&#8221;, resume Silmara. A designer recomenda mesclar a iluminação geral do espaço com luzes focadas nos produtos em exposição. Parece óbvio, mas é comum ver vitrines com foco nos elementos cenográficos. Imagine o cliente entrando na loja interessado no vaso ou na cadeira que você colocou para compor o ambiente. Para evitar situações como essa, adote a seguinte regra como dica: nunca apoie o preço de um produto sobre o item de decoração. Por falar em preços, não deixe de colocá-los na vitrine. Primeiro porque é lei do Código de Defesa do Consumidor e, segundo, porque omiti-lo pode fazer o cliente desistir da compra.</p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;">Para Regina Blessa, esconder o valor dos produtos é um dos maiores erros no varejo brasileiro. &#8220;O lojista que pensa que dessa forma vai &#8216;grampear&#8217; o cliente que entrou na loja para perguntar o preço está na idade da pedra. Para cada &#8216;trouxa&#8217; que entra, 20 vão embora por não querer pagar mico e por entender que só omite preço quem tem motivo&#8221;, afirma. Há outras armadilhas que podem frustrar o cliente e fazê-lo ir embora. Entre elas, a falta em estoque do produto exposto na vitrine. Por isso, antes de escolher o que você vai apresentar, informe-se sobre numeração e cores disponíveis. &#8220;Nunca esqueça de comunicar na parte de dentro da loja o que foi anunciado na vitrine&#8221;, recomenda Regina.</p>
<div>Outro erro comum é o excesso de produtos em exposição. Muitos itens na vitrine provocam poluição visual, confundindo o cliente. Não há uma regra sobre a quantidade de peças por metro quadrado, tudo depende de como as mercadorias são colocadas. Se quiser mostrar variedade de itens e cores, aposte no uso de materiais de apoio que ajudam a organizá-los, como manequins, araras, cabides, painéis e cubos. Outra dica: peças no chão geralmente desvalorizam o produto. No caso de uma loja de decoração ou moda, escolha itens conceituais para mostrar na vitrine. São elas que traduzem a coleção e fazem com que o cliente se interesse por conhecer mais no interior da loja.</p>
<p style="padding: 0px; margin: 0px;">
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;">Ainda com relação aos produtos expostos na vitrine, certifique-se de que eles estão em boas condições. No caso de roupas, por exemplo, as peças devem estar limpas, passadas e bem arrumadas. &#8220;Tudo tem que ficar impecável. Andando no comércio, a gente percebe muitos lojistas que limpam a loja inteira, mas esquecem a vitrine empoeirada&#8221;, comenta Silmara. Cuidado também com o acabamento da produção. Um rolo de fita-crepe esquecido no canto pode passar a imagem de desleixo e acabar com uma produção inteira. Aliás, a escolha dos materiais é importante para a coerência da mensagem que a loja quer passar. &#8220;Cetim ou papel crepom empobrecem e não melhoram o aspecto visual dos produtos expostos&#8221;, afirma Regina.</p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;"><strong style="padding: 0px; margin: 0px;">Simples e barato</strong></p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;">Para Silmara, é possível fazer uma decoração interessante gastando pouco. &#8220;Pode-se abusar de adesivos de recorte de vinil e impressão digital – que eu adoro e sempre uso – e muita forração nos pisos das vitrines com corinos, plásticos e afins, que são baratos e dão um acabamento perfeito&#8221;, sugere. Segundo a designer, até mesmo as tradicionais produções das vitrines da década de 1970 e 1980, com roupas presas por alfinetes, podem render bons resultados. Basta fazer uma releitura e iluminar os painéis de forma que a roupa seja um elemento decorativo de destaque. Ainda no caso de uma loja de confecção, peças flutuando em cabides pendurados ao teto dão um efeito bonito com um custo baixo.</p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;">Não custa lembrar: vitrine exige renovação. Uma vitrine estática perde a função de causar impacto e a vontade de conferir o interior da loja. Procure fazer um planejamento anual, tomando como base o calendário promocional do varejo. E nunca esqueça de mudar a vitrine no dia seguinte às datas comemorativas. Com relação às produções fora do calendário, a duração depende de vários fatores, como segmento de atuação e fluxo de consumidores. Mas de um modo geral troque as peças a cada 15 dias. O cenário pode se manter por mais tempo. O ideal é que o cliente fique sempre com a impressão de estar vendo coisas novas. E se ele entrar na loja depois de conferir a vitrine, comemore – o convite foi aceito.</p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;"><strong style="padding: 0px; margin: 0px;">Dicas úteis</strong><br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />1. Escolha materiais versáteis e cores neutras para teto, parede e piso;<br style="padding: 0px; margin: 0px;" />2. Monte uma vitrine criativa, escolha um tema que encante seu cliente;<br style="padding: 0px; margin: 0px;" />3. Selecione lançamentos ou itens que você queira vender para expor;<br style="padding: 0px; margin: 0px;" />4. Não coloque muitas peças na vitrine para não poluir o ambiente;<br style="padding: 0px; margin: 0px;" />5. Certifique-se de que os itens expostos estão em bom estado;<br style="padding: 0px; margin: 0px;" />6. Utilize materiais de apoio como manequins, cubos, araras e outros expositores;<br style="padding: 0px; margin: 0px;" />7. Capriche na iluminação do ambiente e invista em luminárias com foco nas peças;<br style="padding: 0px; margin: 0px;" />8. Renove a vitrine, não deixe que ela fique velha aos olhos do seu cliente.</p>
</div>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding: 0px;">
</div>
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