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	<title>CDL de Anápolis</title>
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	<description>Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis</description>
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		<title>Inadimplência avança pelo 2º mês seguido em fevereiro, dizem entidades</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 17:40:37 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[A taxa de inadimplência subiu 5,33% em fevereiro deste ano, na comparação com o mês anterior, informou nesta quarta-feira (10) a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em conjunto com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).
Esse foi o segundo mês consecutivo de aumento do indicador. Em janeiro deste ano, o crescimento foi de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de inadimplência subiu 5,33% em fevereiro deste ano, na comparação com o mês anterior, informou nesta quarta-feira (10) a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em conjunto com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).</p>
<p>Esse foi o segundo mês consecutivo de aumento do indicador. Em janeiro deste ano, o crescimento foi de 5,67% na comparação com dezembro do ano passado.</p>
<p>&#8216;O resultado expõe ainda o imperativo de abundantes obrigações financeiros do início do ano, a exemplo de impostos, taxas e reajuste de preços administrados&#8217;, informou a pesquisa. Segundo a entidade, esse aumento da inadimplência, em fevereiro deste ano, também é reflexo das vendas a prazo feitas no final de 2009.</p>
<p>Na comparação com fevereiro de 2009, a taxa de inadimplência também cresceu, em 0,75%. &#8216;Naquele período, em consequência da crise financeira, os consumidores evitavam prestações de longo prazo. Preferiam compras à vista, de bens essenciais e de pequeno valor&#8217;, avaliou a CNDL. Para o presidente da CNDL, Roque Pelizzaro Junior, porém, o crescimento foi &#8216;insignificante&#8217; nesta comparação.</p>
<p>Os números apontam, porém, para uma queda da inadimplência de 2,97% no acumulado do primeiro bimestre de 2010, na comparação com o mesmo período do ano passado. Isso se deve pela tendência de expansão &#8216;cada vez mais robusta&#8217; do consumo interno, informaram as entidades. &#8216;Nós devemos manter um índice baixo ou menor de inadimplência&#8217;, estimou Pelizzaro Junior, da CNDL.</p>
<p><strong>Consultas -</strong> As entidades informaram ainda que o número de consultas para compras a prazo e para pagamentos com cheques (indicador relacionado com o volume de vendas) teve queda de 7,72% em fevereiro deste ano, na comparação com o mês anterior. Contra fevereiro de 2009, houve crescimento de 5,85% e, no primeiro bimestre, foi registrada uma expansão de 6,25%.</p>
<p>A queda nas consultas, na comparação com janeiro, é explicada pelo aumento do endividamento devido aos impostos de início de ano, compras parceladas do Natal, além de gastos com matrículas e materiais escolares. Já o crescimento contra fevereiro de 2009 e também no primeiro bimestre é fruto da elevação do salário mínimo e da queda do desemprego.</p>
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		<title>Prefeitura de Anápolis inicia distribuição de carnes de IPTU</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 16:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir dessa semana os contribuintes anapolinos começam a receber em casa os carnês do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), relativos a 2010.  A data de vencimento da parcela única ou da primeira parcela está definida em 25 de março. De acordo com Secretaria Municipal de Fazenda, está sendo montada uma recepção para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir dessa semana os contribuintes anapolinos começam a receber em casa os carnês do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), relativos a 2010.  A data de vencimento da parcela única ou da primeira parcela está definida em 25 de março. De acordo com Secretaria Municipal de Fazenda, está sendo montada uma recepção para esclarecimentos sobre o imposto em todas as unidades do <em>Rápido</em> na cidade.</p>
<p>Os carnês serão entregues via Correios. Em cerca de dez dias todos os contribuintes já receberão os seus boletos em casa. Conforme dos dados da Secretaria de Fazenda serão distribuídos 122 mil carnes de IPTU. Quanto aos lotes, são aproximadamente 60 mil na área urbana da cidade, neste caso os proprietários terão que retirar os boletos pela internet nas unidades do <em>Rápido</em>.</p>
<p>De acordo com o secretário municipal de Fazenda, José Roberto Mazon, no pagamento à vista o contribuinte será beneficiado com um desconto de 10% no valor, ou ainda pode dividir em até oito parcelas. Vale lembrar que o pagamento após o vencimento irá gerar multas ao contribuinte.</p>
<p>Contribuintes que receberem o carne com o valor de até R$ 30 e que possua apenas um imóvel em seu nome tem a isenção do tributo. Todos os carnes podem ser acessados e impressos pelo site da Prefeitura <a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://www.anapolis.go.gov.br/" target="_blank">www.anapolis.go.gov.br</a> no campo referente aos tributos.</p>
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		<title>Líderes do futuro</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 18:58:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vídeo que mostra características da liderança de sucesso]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/l0qFWjpV8hs" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/l0qFWjpV8hs"></embed></object></p>
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		<title>Carreirite crônica</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 18:52:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário de Waldez Ludwig explica sintomas de problemas na carreira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/URYeQpsCf8o" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/URYeQpsCf8o"></embed></object></p>
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		<title>Gestão de conflitos</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 18:31:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Solução para embates internos entre superiores e subordinados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/o-6IVf3HwIM" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/o-6IVf3HwIM"></embed></object></p>
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		<title>Crise deixa trabalhadores mais leais a empresas, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:58:03 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudo mostrou ainda que todas as gerações estão atentas a como as organizações gerenciam sua reputação corporativa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise global certamente detonou o balanço das companhias, mas fez com que mais de 40% dos empregados se sentissem mais comprometidos com seus patrões, segundo uma pesquisa realizada pela empresa internacional de recrutamento Kelly Services na Europa, América do Norte e Ásia/Pacífico.</p>
<p>O estudo concluiu ainda que as empresas com gestão positiva, moral elevado e comunicações ativas conseguem deixar sua força de trabalho mais engajada apesar das incertezas provocadas pela redução nos lucros e pelas demissões.</p>
<p>Os entrevistados citaram um &#8220;trabalho mais interessante ou desafiador&#8221; como sendo a principal razão que os torna mais envolvidos com o trabalho &#8211;acima até mesmo de aumentos salariais e mais benefícios.</p>
<p>&#8220;Muitas organizações passam por um período extremamente difícil, mas algumas geriram os desafios de forma positiva e emergiram com um novo nível de confiança dentro da força de trabalho&#8221;, disse George Corona, executivo-chefe da Kelly Services, em nota.</p>
<p>O Índice Global Kelly da Força de Trabalho reúne entrevistas feitas entre outubro e janeiro com 134 mil pessoas em 29 países. A pesquisa concluiu que 43% se sentem &#8220;totalmente comprometidos&#8221; com seus atuais empregos, e que 26% se sentem &#8220;algo comprometidos&#8221;.</p>
<p>Um total de 27% dos entrevistados em nível global disse que a recessão econômica aumentou seu grau de lealdade ao patrão, enquanto 10% se sentem agora menos leais, e 63% acham que não houve mudanças.</p>
<p>Há uma ligeira tendência da &#8220;Geração Y&#8221; (de 18 a 29 anos) a se dizer mais leal por causa da crise do que a &#8220;Geração X&#8221; &#8212; 28% a 26%, respectivamente.</p>
<p>A pesquisa mostra também que os empregados mais &#8220;engajados&#8221; estão na América do Norte, onde 52% se dizem totalmente comprometidos com seu emprego. A cifra cai para 47% na Ásia e 36% na Europa.</p>
<p>Sobre a perspectiva de permanecer no emprego ou mudar de ocupação, os mais jovens demonstram interesse muito maior em crescer dentro da carreira, enquanto os mais velhos valorizam mais a qualidade da gestão, segundo a pesquisa.</p>
<p>O estudo mostrou ainda que todas as gerações estão atentas a como as organizações gerenciam sua reputação corporativa, fator importante para que o empregado decida se fica ou se procura outro trabalho.</p>
<p>&#8220;Atrair empregados e mantê-los produtivamente engajados está constantemente entre as tarefas mais desafiadoras para os empregadores&#8221;, disse Corona. &#8220;Uma estratégia multigeracional é vital para atrair não só os melhores talentos, mas também para promover um clima que estimule a criatividade e o aprendizado para todos os trabalhadores.&#8221;</p>
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		<title>Cadastro positivo deve provocar a queda dos juros ao consumidor e estimular o consumo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[A aprovação do Cadastro Positivo pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, no início de dezembro, abre uma nova perspectiva na luta do varejo contra os juros altos. A expectativa de entidades representativas do varejo, como a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), é de uma queda dos juros em torno de 25% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação do Cadastro Positivo pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, no início de dezembro, abre uma nova perspectiva na luta do varejo contra os juros altos. A expectativa de entidades representativas do varejo, como a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), é de uma queda dos juros em torno de 25% a 30%. De acordo com Roque Pellizzaro Junior, presidente da entidade, a medida pode provocar, de imediato, a redução do spread bancário e o incentivo ao consumo. “No atual mercado de crédito brasileiro, o bom pagador paga pelo mau, porque o risco de inadimplência é repassado a todos, sem distinção, gerando elevação genérica da taxa de juros. Com o Cadastro Positivo isso não ocorre. Cada um paga o risco que efetivamente representa”, define Pellizzaro Junior. Atualmente apenas os dados negativos, que restringem o acesso ao crédito, podem ser usados no País. O presidente da CNDL ressalta que o crédito é o grande financiador da atividade econômica em qualquer economia moderna e competitiva. Financia o consumo e a produção, gera emprego e renda.</p>
<p>Com o Cadastro Positivo o consumidor é avaliado mediante dados fornecidos por lojas, bancos, utilitários de serviços públicos e privados (luz, água e telefonia), empresas de cartões de crédito e cooperativas, entre outras. Também é considerado o histórico do cliente em assiduidade e pontualidade dos pagamentos e o patrimônio e a renda familiar. Essa análise gera uma nota e a partir dela o crédito é definido em volume, prazo de pagamento e outros detalhes. Pelo que esperam os lojistas, será possível oferecer taxas de juros diferenciadas, baseadas no risco individual, e o processo de aprovação cadastral será mais rápido e menos burocrático, com menor custo.</p>
<p>O Cadastro Positivo também será extensivo às pessoas jurídicas e deve facilitar em muito o acesso das empresas de micro e pequeno portes aos financiamentos. Pelo menos isto é o que a diretoria da CNDL espera. Os dirigentes lojistas citam um Estudo do Banco Mundial que mostra o desempenho do Cadastro Positivo nos países que o adotaram. Antes da adoção da solução, em cada 100 mil pedidos, cerca de 13 mil bons clientes eram rejeitados porque a análise só continha informações restritivas. Nas consultas mais amplas, as micro e pequenas empresas chegam a aumentar em 13% o acesso a financiamentos. A classe C, de maior representatividade na pirâmide social do País, é a que enfrenta as maiores dificuldades em comprovar renda, pelo alto grau de informalidade, seja entre os trabalhadores ou microempresários. A diretoria da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) emitiu nota em que admite uma redução dos juros após a adoção do conjunto de medidas que compõem o cadastro. Ainda assim o presidente da CNDL afirma que o setor bancário é frontalmente contra a aprovação do cadastro, por não admitir concorrência na oferta de crédito. Para o dirigente, se o País adotar o novo sistema de concessão de crédito, será possível alcançar um crescimento de 30% a 35% do PIB.</p>
<p>Embora a aprovação do Cadastro Positivo seja esperada com ansiedade pela categoria dos lojistas, o assunto não é unanimidade entre os especialistas. Para o economista Antoninho Marmo Trevisan, a adoção do novo banco de dados para verificar a adimplência de pessoas físicas e jurídicas não significa uma queda do spread bancário brasileiro, hoje um dos mais altos do mundo. Segundo ele, o aumento dos níveis de lucratividade bancários após a recente crise financeira já custou cerca de R$ 8,2 bilhões aos brasileiros. É o juro mais elevado do mundo, 11 vezes maior do que nos países desenvolvidos. A questão, segundo Trevisan, não será adotar o cadastro e esperar que isso force a queda das taxas de juros, cujos parâmetros são altos devido ao alegado calote no resgate de empréstimos. O contexto correto para discutir a queda de juros, garante, é enquadrar os bancos enquanto parte fundamental para o processo de desenvolvimento nacional, que não pode ser afetado por juros fora da realidade empresarial. Os setores produtivos, assegura Trevisan, não aguentam mais taxas reais de juros que tornem o valor do pagamento da dívida maior do que a receita bruta da atividade empresarial.</p>
<p>Na outra ponta desse debate, o presidente da Serasa Experian, Francisco Valim, acredita que a implementação do Cadastro Positivo pode aumentar em até 19% o aporte de crédito. Isso beneficiaria boa parte da população que hoje não tem acesso ao sistema financeiro, como as pequenas empresas e o empreendedor individual. O presidente da Serasa acredita que o novo método vai beneficiar as minorias sociais, pois os clientes passarão a ser avaliados não mais exclusivamente pela renda, mas sim pelo histórico de pagamento. A Serasa e a Associação Comercial de São Paulo já se mostram aptas a operar o novo cadastro assim que for aprovado. Por sua vez, a CNDL, que possui o maior banco de dados da América Latina, também é parceira na Rede Nacional de Informações Comerciais (Renic) das Associações Comerciais do Paraná e de São Paulo na implantação do Cadastro Positivo de Crédito.</p>
<p><strong>Contato:</strong> <a title="www.cndl.org.br" href="http://www.cndl.org.br/">www.cndl.org.br</a></p>
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		<title>Desempenho no franchising</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/empreendedorismo/1573/desempenho-no-franchising/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Franquias lideradas por mulheres faturam 35% a mais, diz pesquisa da Rizzo Franchise.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As franquias comandadas por mulheres faturam cerca de 35% mais do que aquelas comandadas pelos homens, segundo levantamento realizado pela Rizzo Franchise.</p>
<p>De acordo com o diretor da Rizzo Franchise, Marcus Rizzo, o principal motivo para o sucesso feminino no setor é que as mulheres tendem a se adaptar aos padrões estabelecidos pelas franquias, além de serem consideradas mais organizadas.</p>
<p>Mulheres no franchising<br />
A pesquisa destacou também que 74% dos proprietários de empresas que vendem franquias afirmaram que as mulheres apresentam um padrão operacional 45% maior do que os homens.</p>
<p>Atualmente, as mulheres representam 38% do total de empreendedores do País e 42% dos franqueados em todo o território nacional. Existem 62 mil mulheres operando franquias e a maioria têm idade entre 36 e 45 anos de idade.</p>
<p>Expectativa do setor<br />
Em relação à expectativa do setor, a Rizzo Franchise acredita que 16.500 novas franquias serão abertas em 2010. A estimativa da ABF (Associação Brasileira de Franchising) também é positiva, já que a entidade prevê alta entre 15% e 16% no faturamento esse ano.</p>
<p>“Com tantos pontos inaugurados no ano passado, é natural que o faturamento aumente ainda mais esse ano”, explica o diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo. Ele afirma ainda que as microfranquias, negócios de até R$ 50 mil de investimento, e a exploração de novas cidades são apostas do setor para 2010.</p>
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		<title>Especialista ensina como equilibrar as finanças pessoais</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/news/economia/1563/especialista-ensina-como-equilibrar-as-financas-pessoais/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 16:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de 60% dos brasileiros estão endividados. São mais de 100 milhões de pessoas com algum tipo de prestação a pagar, segundo dados do Instituto de Educação Financeira (DiSOP). O marketing publicitário incisivo e a facilidade atual para adquirir crédito (as famosas prestações a perder de vista) são os principais estimuladores deste cenário de dívidas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 60% dos brasileiros estão endividados. São mais de 100 milhões de pessoas com algum tipo de prestação a pagar, segundo dados do Instituto de Educação Financeira (DiSOP). O marketing publicitário incisivo e a facilidade atual para adquirir crédito (as famosas prestações a perder de vista) são os principais estimuladores deste cenário de dívidas, segundo o terapeuta e educador financeiro Reinaldo Domingos, presidente do DiSOP.</p>
<p>Autor dos livros Terapia Financeira e O menino do Dinheiro, publicado pela Editora Gente, Reinaldo esteve ontem na capital para uma palestra na 15ª Convenção de Vendas da Associação dos Distribuidores e Atacadistas do Estado de Goiás (Adag). O grande erro que leva ao endividamento é que o brasileiro não consegue desenvolver suas prioridades de vida , disse o Reinaldo a uma plateia de 2,5 mil vendedores, que lotou o Centro de Convenções.</p>
<p>Ele explica que são quatro os pilares para conquistar uma real independência financeira. O primeiro é fazer o diagnóstico das finanças da família: qual a renda, quanto se gasta, o valor das dívidas e o total de dinheiro já poupado. Feito isso, é hora de listar os sonhos. Se é um notebook, por exemplo, é preciso saber qual o valor desse aparelho, em que prazo se quer obtê-lo e quanto de dinheiro é preciso guardar por mês para chegar ao objetivo.</p>
<p>Em seguida, explica, deve-se visualizar o orçamento, para saber quais as condições e possibilidades de dar prosseguimento aos planos e colocá-los em prática. Por fim, é preciso guardar de alguma forma uma quantia de dinheiro, seja na poupança ou em aplicações mais rentáveis.</p>
<p>Nesse caso, vai depender de quanto tempo se pretende aplicar. Se for um investimento a longo prazo, bolsa de valores, previdência privada e títulos do governo são boas opções , exemplifica.</p>
<p><strong>Perfil</strong></p>
<p>Para o educador financeiro, existem ainda três tipos de situação financeira: a dos endividados (que gastam mais do que ganham), a dos equilibrados (não têm dívidas, mas consomem toda a renda mensal) e os investidores, que é o ideal de consumidor.</p>
<p>Segundo Domingos, isso não depende do salário que se ganha, mas como se gasta o dinheiro: até quem recebe os maiores salários pode ter o orçamento descontrolado. Este é um problema de várias gerações , avalia.</p>
<p>O presidente do DiSOP lista duas maneiras de combater este cenário: inserir a educação financeira no âmbito das empresas, por meio da sensibilização e conscientização dos trabalhadores da melhor forma de utilizar o dinheiro; e nas escolas, como disciplina da grade curricular e capacitação de professores, de forma a atingir profissionais, pais e toda a comunidade escolar.</p>
<p><strong>Panorama</strong></p>
<p>A dívida total dos brasileiros, conforme balanço do Banco Central (BC), alcançou os R$ 555 bilhões no final de 2009, relativas a cheques especiais, cartões de crédito, financiamentos bancários, empréstimos para compra de veículos e imóveis, além de crédito consignado.</p>
<p>Isto representa quase 40% da renda anual da população, incluindo os recursos pagos pela Previdência Social.</p>
<p>Pelos cálculos do SPC Brasil, no final do ano passado, 7,8% dos consumidores estavam em atraso com seus compromissos até a data do vencimento são os chamados inadimplentes.</p>
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		<title>Redução de jornada inviabiliza pequeno comércio, diz CNDL</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 16:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mercado]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de Emenda Constitucional (Pec) para redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais não está sendo bem recebida pelo comércio. O presidente da Confederação Nacional dos Diretores Lojistas, CNDL, Roque Pellizaro Jr. disse que essa redução afeta diretamente o pequeno empreendimento comercial, que é a base do atual modelo de varejo no país. O Brasil tem que decidir se quer um varejo capilar, baseado na micro e pequena empresa, ou um varejo concentrado em grandes corporações. A aprovação dessa PEC significa dizer que o Brasil não quer o atual modelo , acentuou. Segundo ele, se o pequeno comércio, que tem em média dois funcionários, precisar contratar mais uma pessoa, isso irá representar uma elevação de 33% no seu custo de pessoal, É um aumento insuportável para uma atividade que é extremamente concorrida , justificou Pellizzaro Jr. Ele lembrou, ainda, que tal medida nem deveria ser tema de emenda constitucional, já que as questões trabalhistas podem ser discutidas e negociadas com os sindicatos dos trabalhadores. Os sindicatos vão perder a razão de existir , assinalou.</p>
<p>Considerando que o tema está sendo tratado de forma demagógica e eleitoreira, o líder empresarial observa que a Confederação vai estar acompanhando de perto essa questão.</p>
<p>Candidatos</p>
<p>De acordo com Pellizzaro Jr.,o movimento lojista não vai defender candidato A ou B e sim a melhor proposta para o setor, o que está relacionado à manutenção do atual modelo de varejo, sustentado pela micro e pequena empresa, sem essa voracidade que se vê pela formação de grandes conglomerados , como vem ocorrendo com o setor de telefonia, bancos, agroindústria e também na atividade comercial. Prevendo uma séria de reuniões para discussão da pauta a ser encaminhada aos candidatos, Pellizzaro diz que o setor vai defender macro metas, trabalhando de forma mais abrangente. Nossa defesa é garantir a igualdade de competição, de maneira que o pequeno possa se manter no mercado; o que envolve atuação dos cartões de crédito, legislação dos shoppings centers, legislação trabalhista, modelo de legislação que permita a existência das cooperativas de compra, flexibilização de impostos regulatórios, como imposto de importação, possibilitando que as micros também possam recorrer a importações, quando conveniente. listou.</p>
<p>Reconhcendo que até agora só se tem informação de programa da pré-candidata do PT, ministra Dilma Roussef, o presidente da CNDL disse que está atento ao que sai na imprensa. O que nos preocupou no discurso da ministra Dilma, nos discursos do PT, naquela Convenção que lançou a ministra como pré-candiata, foram certos posicionamentos que levam à concentração da economia e à fragilidade da iniciativa privada,o vai contra o interesse do varejo brasileiro e fez acender uma luz amarela no empresariado do setor , finalizou.</p>
<p>CARTÕES DE CRÉDITO</p>
<p>Guerra às administradoras</p>
<p>Não é de hoje que o varejo trava embates com o setor de cartões de crédito. O motivo principal é o alto custo imposto pelas administradoras. Algumas vitórias já são contabilizadas, como a unificação das máquinas para processamento das vendas por cartões, que passa a vigorar a partir de julho, retirando do mercado metade das quatro milhões de unidades que ocupam os balcões do varejo. Isso deve gerar uma economia de cerca de R$ 200 mil por mês de aluguel desses equipamentos. São R$ 2,4 bilhões no ano que vão deixar de sair da atividade comercial , comemora o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Jr. À frente das negociações com o setor de cartões de crédito, a CNDL quer, agora, que as administradoras encolham os valores cobrados pelas taxas de administração, ligação, fornecimento de saldo e tantos itens que, por vezes, chegam a representar até 10% do preço da mercadoria. Nesse sentido, a CNDL faz um alerta aos varejistas. Não é o momento de formalizar contratos de fidelidade com nenhuma operadora; a cocorrência vai aumentar e os preços devem cair no geral , acredita Pellizzaro Jr. A próxima batalha será pela diferenciação de preço na venda à vista e na de cartões, o que hoje é proibido por lei.</p>
<p><em><strong>Imagem da capa: Google Imagens</strong></em></p>
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