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	<title>CDL de Anápolis &#187; Empreendedorismo</title>
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	<description>Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis</description>
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		<title>Indústria e varejo pegam carona no mundial de futebol</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 17:47:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando a Seleção Brasileira entra em campo na Copa do Mundo o varejo comemora. Assim como o Natal e o Dia das Mães, o evento esportivo é um dos que mais motiva o brasileiro a ir às compras. Isso porque para acompanhar os jogos da seleção e torcer, a população não abre mão de reunir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/06/Graphic114.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2127" title="Graphic1" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/06/Graphic114-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Quando a Seleção Brasileira entra em campo na Copa do Mundo o varejo comemora. Assim como o Natal e o Dia das Mães, o evento esportivo é um dos que mais motiva o brasileiro a ir às compras. Isso porque para acompanhar os jogos da seleção e torcer, a população não abre mão de reunir os amigos, se vestir de verde e amarelo e ter uma boa TV para não perder os lances dos jogos. O varejo se beneficia desse clima e desenvolve uma série de produtos, campanhas e promoções com a temática da Copa.</p>
<p>Neste mundial, os empresários brasileiros se preparam para entrar em campo e mobilizar a torcida. De acordo com a pesquisa Perspectiva Empresarial para 2010, realizada pela Serasa Experian, em uma população de 1 mil empresários do País, 50% deles resolveram fazer algum tipo de promoção que tenha como tema a Copa. Esse mesmo percentual de varejistas acredita que o faturamento de suas empresas em 2010 dobre em comparação com os meses de junho e julho do ano passado. A pesquisa revela também quais devem ser os produtos mais procurados pelos consumidores. Na lista estão artigos para torcida (53%), televisores de alta definição (22%), bebidas (16%), TVs convencionais (4%) e eletrônicos (1%).</p>
<p>Segundo Gilmar Marques, professor de marketing da ESPM, a preparação do varejo para a Copa deve começar com no mínimo um ano de antecedência. Um tempo que ele considera fundamental para que as empresas desenvolvam campanhas criativas e adequadas ao tema dos jogos. Marques sugere que as empresas façam promoções que distribuam algum tipo de brinde colecionável aos seus clientes, como postais e canecos que possam estar relacionados à Copa e à marca da loja, e usar a internet para divulgar essas campanhas.</p>
<p>Para não errar nas promoções, o especialista orienta que o varejo trabalhe com a temática através da diversão. “Achei muito interessante uma promoção da Piz­za Hut da Irlanda. O país perdeu o jogo da eliminatória da Copa para a França com um gol de mão. Por conta disso, a rede lançou uma promoção no país que a cada gol que a França tomar, as primeiras 350 pessoas que ligarem para a Pizza Hut vão receber uma pizza em casa gratuitamente. É um tipo de promoção bem criativa que é adequada ao tema e ao mesmo tempo promove a marca.”</p>
<p>Em ano de Copa, o especialista orienta que o varejo aproveite também para transformar o ponto de venda em um lugar de entretenimento e que adapte o horário de funcionamento do local ao cronograma dos jogos. “Colocar uma TV com uma boa imagem em um lugar que as pessoas podem ver faz o cliente ficar mais tempo na loja. Porque não adianta fingir que não está acontecendo nada, também não adianta paralisar tudo.”</p>
<p>A loja de departamento Havan entrou no clima dos jogos. A rede preparou espaços temáticos em 18 lojas, onde são vendidas bandeiras e camisas do Brasil, e colocou na réplica da Estátua da Liberdade – que é símbolo da marca – da unidade de Curitiba uma camisa do Brasil para homenagear a seleção que treinou na cidade antes de embarcar para a África. A Havan também aumentou seu estoque de televisores com tela de plasma. “Nós estimamos que as vendas de TVs cresçam 60%. Nessa época aumenta também a procura por produtos agregados aos televisores, como tapetes e sofás”, explica Edson Diegoli, diretor da Havan.</p>
<p>A Positivo Informática também se preparou para o aumento na demanda por televisores. A empresa resolveu ampliar a sua linha de computadores com TV e lançou a edição Positivo PCTV verde e amarelo. Os equipamentos captam sinal de TV digital e têm softwares que permitem rever os lances ou gravar as partidas da competição. “O design do produto é diferenciado porque os gabinetes têm um painel de acrílico removível que pode ser personalizado com imagens que remetem ao futebol”, afirma César Aymoré, diretor de marketing da Positivo Informática. A nova edição vem ainda com o software Enciclopédia do Futebol. Um aplicativo que permite ao usuário aprofundar os conhecimentos sobre os campeonatos mundiais desde 1930. “O programa traz fotos e informações sobre as cidades-sede e os estádios onde as partidas do mundial deste ano serão realizadas.”</p>
<p><strong>Torcida personalizada</strong></p>
<p>Nessa época em que se costuma oferecer brindes para clientes e funcionários, uma opção para as empresas é personalizar os artigos entregues. A Donna, empresa especializada em produtos personalizados, criou uma série de soluções para isso. São seis kits torcedor com bandeiras, chocalhos e artigos para a torcida que trazem, além dos símbolos do Brasil, o logo das empresas patrocinadoras. “Essa é a primeira vez que nós oferecemos esse tipo de serviço. A ideia é que os clientes e funcionários que utilizarem os produtos personalizados torçam para o Brasil e ao mesmo tempo ajudam a divulgar a empresa”, explica Sandra Donatangelo, diretora da Donna.</p>
<p>Em época de Copa não são só os aficionados por futebol que mudam sua rotina para assistir aos jogos. Estudo realizado pelo instituto Análise, Pesquisa e Planejamento de Mercado (APPM), com 1 mil pessoas do Estado de São Paulo, mostra que 58% dos entrevistados costumam acompanhar os jogos e as notícias sobre futebol. “A Copa atinge todos os níveis sociais, é um evento democrático”, afirma Rodrigo de Souza Queiroz, diretor de marketing do APPM.</p>
<p>A Amanco, empresa líder em tubos e conexões, resolveu utilizar essa paixão nacional em sua publicidade. A primeira campanha da marca relacionou a troca de tubos e conexões com a Copa Libertadores. Agora em ano de Copa do Mundo, o grito de gol é o tema da campanha publicitária. Na nova peça, que está no ar desde abril na TV e no rádio, os personagens, como instaladores hidráulicos e balconistas, falam como se comemorassem um gol. A peça termina ainda com a frase: “Quem sabe, faz um golaço com a Amanco”. “Nós escolhemos falar de futebol ao invés de falar só sobre a Copa. Receio que quem pegar só a carona dos jogos para fazer campanha está vulnerável, por exemplo, ao desempenho da seleção. Este não é o nosso caso”, explica Patrícia Barreros, gerente de relacionamento da Amanco.</p>
<p>Para João Paulo Siqueira, professor de marketing da Trevisan Escola de Negócios, as empresas que quiserem se utilizar da temática da Copa têm que estar preparadas para o impacto que a competição causa nos torcedores. Ele explica que na fase pré-Copa é possível trabalhar com a expectativa dos torcedores. O complicado, segundo ele, é quando os jogos começam, porque aí o varejo não tem como prever o desempenho da seleção, e o sentimento de esperança pode se transformar em êxtase ou decepção. “Teremos que aprender a trabalhar com isso porque em 11 de julho, quando terminar a Copa na África, já temos que entrar no clima da Copa no Brasil.”</p>
<p><strong>Dicas para o varejo aproveitar a Copa</strong></p>
<p>* Planeje o desenvolvimento de produtos temáticos com no mínimo um ano de antecedência;<br />
* Use da criatividade para lançar promoções. Mas cuidado: é preciso que a promoção esteja adequada à temática dos jogos;<br />
* Surpreenda os clientes;<br />
* Transforme o ponto de venda em ponto de entretenimento;<br />
* Lance colecionáveis, como canecos, figurinhas ou postais;<br />
* Adapte o varejo ao horário da Copa;<br />
* Faça promoções pela internet.</p>
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		<title>Consumidor</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 16:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Mescle novas e velhas ferramentas para melhor atender aos clientes. O momento é de grande interatividade entre empresa e cliente. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certamente, você já deve ter se questionado a respeito das maneiras mais adequadas de atendimento a clientes. Realmente, esta é uma questão que exige um pouco de cuidado e requer a utilização da estratégia correta. A cada dia, faz-se necessário aprimorar as ferramentas de atendimento da sua empresa, a fim de fidelizar o cliente.</p>
<p>Mas como isso deve ser feito? É necessário colocar em prática, com frequência, uma nova estratégia de relacionamento? Não, nem sempre. Lembre-se apenas que, com o advento da internet, tornou-se necessário criar uma política que una o atendimento presencial com o virtual.</p>
<p>Além do excelente atendimento no salão de vendas, a tecnologia surge como um complemento, funcionando como um pré e pós-vendas. Através da internet, por exemplo, o consumidor poderá ter acesso à sua loja de maneira mais rápida e dinâmica; ela servirá para que você crie mecanismos com o objetivo de receber sugestões, resolver problemas (sempre que possível e caso seja necessário) e tirar dúvidas, contribuindo assim, com a decisão de compra do cliente.</p>
<p>O momento é de grande interatividade entre empresa e cliente. Depende apenas de você, escolher e desenvolver as melhores formas para estreitar esse relacionamento. Pense e, se for o caso, repense a maneira de atender aos seus consumidores. Não fique parado. Inove antes que a concorrência faça isso por você.</p>
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		<title>Tendências</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 16:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem-vindos à era da similaridade, onde tudo é igual e o que é diferente dura pouco. Com clientes mais exigentes, menos fiéis e pouco tolerantes, a solução é serviço neles.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Por Mário Cunha</strong></p>
<p>Estamos assistindo a uma correria desenfreada a lugar nenhum. As empresas ansiosas por obter resultados produzem novos produtos, novos diferenciais e buscam freneticamente novos nichos de mercado na esperança de não aumentar, mas muitas vezes, manter o seu atual nível de competitividade no mercado. Este esforço é pouco recompensado, pois os diferenciais produzidos são prontamente copiados e melhorados pelos concorrentes em alta velocidade. Bem-vindos à era da similaridade, onde tudo é igual e o que é diferente dura pouco. Com clientes mais exigentes, menos fiéis e pouco tolerantes, a solução é serviço neles.</td>
<td width="5"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td height="5"></td>
</tr>
<tr>
<td width="5"></td>
<td>O oferecimento de um pacote de serviços que realmente agregue valor aos clientes pode ser a saída tão sonhada pelas empresas em tempos competitivos. A incerteza política deu lugar a uma sede por resultados. As empresas estão falando abertamente sobre a necessidade de se fazer planejamento e superar as metas do ano passado. O medo do desconhecido passou e agora o foco voltou-se aos clientes.</p>
<p>Essas empresas acreditam que um bom pacote de serviços resolverá a situação como um passe de mágicas. Só se fala em CRM, em fidelizar clientes e buscar sinergias com parceiros. Tudo isso atrelado a um pacote de serviços personalizados e, pronto, está inventada a receita do sucesso.</p>
<p>Pois é, falar é fácil, entretanto, tangibilizar, executar e mensurar atividades de serviços que realmente agreguem valor e sejam percebidas como diferenciais é que é a questão. Primeiramente, é necessário compreender o mercado de atuação, para tentar atendê-lo. A coisa parece simples, mas é bem complicada. Identificar as variáveis que os clientes realmente priorizam é o primeiro passo. Mas como fazer isso, se muitas vezes os próprios clientes não sabem o que querem? Será que em 1992, antes do celular chegar ao Brasil, uma onda de consumidores se antecipou e gritou: “Nossa, estou precisando de um telefone celular digital! Iria quebrar um galho enorme!”. Quem dera se tudo fosse fácil assim.</p>
<p>Construir um pacote de serviços que realmente seja percebido pelo seu público-alvo como algo de valor é o resultado de uma série de fatores, que engloba conceitos de foco, comprometimento com resultados, inovação e muita criatividade. Sem falar, é claro, de processo e procedimento. Gerar valor é o ato de transformar nada em alguma coisa e, esta coisa, necessariamente precisa ser rentável tanto para a empresa como para o cliente. É a tal história da parceira ganha-ganha.</p>
<p>Valor é a palavra chave. Compreender o mercado e atendê-lo de uma maneira mais eficiente do que a concorrência é o desafio. Entretanto, o conceito de valor é muito subjetivo. Identificar o que é importante para o cliente e transformar isso em algo tangível é dever de toda e qualquer organização orientada para o cliente.</p>
<p>O fato é que os serviços desempenham um papel de crucial importância, na medida em que complementam e, muitas vezes, produzem o diferencial que faltava. Por meio da administração eficaz dos serviços, toda e qualquer organização tem a chance de se posicionar como única na mente do cliente.</p>
<p>Não importa o seu ramo de atividade, o que importa é que a partir de agora, para ser competitivo no mercado, é necessário desenvolver um conjunto de serviços agregados que, além de exceder as expectativas do cliente, precisa ser duradouro. Não existe receita do sucesso, mas se você alinhar criatividade com um pouco de simplicidade (não é necessário reinventar a roda) e temperar com um pouco de inovação, as chances de cativar o seu público-alvo são grandes e seus concorrentes não se atreverão a copiá-lo.</p>
<p>Mário Cunha é sócio-diretor da Academia de Marketing, uma das mais respeitadas consultorias especializadas em treinamentos de equipes do Brasil. Além de ser professor nos cursos de pós-graduação e MBA´s em instituições como FGV, IBMEC e FAAP, tem em seu currículo trabalhos em empresas como a Basf, C&amp;A, Votorantim, Ache, entre outras.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Mudanças</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 16:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Empreendedor Individual: previsões de novas simplificações e atividades]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê Gestor do Simples Nacional está definindo ainda para este semestre novas medidas para o Empreendedor Individual. A primeira é o aumento da relação de atividades, para que mais profissionais possam se formalizar. A outra é a definição da nota fiscal on-line para esses empresários.</p>
<p>O Comitê Gestor da Redesim (Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios) estuda medidas de simplificações que tratam do sistema de registro dos empreendedores, que é feito via Portal do Empreendedor. Já está definido que haverá uma página de conferência de dados, antes da confirmação de registro e um sistema de ajuda on-line nos campos de inscrição.</p>
<p>Objetivo das mudanças<br />
De acordo com a Agência Sebrae, o objetivo das medidas é evitar erro, gasto de tempo e custo para as alterações. Para este semestre, também está previsto que os empreendedores possam realizar alterações e dar baixa na atividade pelo Portal do Empreendedor. Atualmente, é necessário ir à Junta Comercial e pagar taxas pelo serviço.</p>
<p>As mudanças foram apresentadas pela consultora do Sebrae, Inês Schwingel, na última sexta-feira (16), para integrantes das unidades de Políticas Públicas e de Atendimento Individual do Sebrae . “São demandas represadas e que devem ser implementadas ainda este ano”, afirmou.</p>
<p>Sobre o Empreendedor Individual<br />
Os interessados em formalizar sua atividades devem acessar a página do Empreendedor Individual na internet (<a title="www.portaldoempreendedor.gov.br" href="http://www.portaldoempreendedor.gov.br/">www.portaldoempreendedor.gov.br</a>) e preencher sete informações: números do RG e CPF (Cadastro de Pessoa Física), CEP, nacionalidade, data de nascimento, ponto de referência de endereço e o código do CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica). As demais informações serão geradas a partir do CPF.</p>
<p>O Empreendedor Individual paga uma taxa fixa mensal de 11% sobre o valor do salário mínimo, para o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), mais R$ 1 de ICMS (Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviços), se for do setor da indústria ou do comércio, ou R$ 5 de ISS (Imposto sobre Serviços), se for do setor de serviços. Com o salário mínimo fixado em R$ 510, a taxa é de R$ 57,10, para comércio e indústria, e de R$ 61,10, para serviços.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Produtividade</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 16:28:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Micro e pequenas empresas ajudaram país a enfrentar a crise internacional, diz gestor do segmento]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As micro e pequenas empresas sofreram bem menos durante a crise internacional que atingiu o Brasil no final de 2008 e persistiu em boa parte do ano passado, levando a economia do país a um resultado negativo de 0,2 %.</p>
<p>Segundo o secretário executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, as micro e pequenas empresas suportaram bem a crise, pois estão voltadas para o mercado interno e pouco para o mercado externo, onde os efeitos da turbulência econômica foram mais nocivos.</p>
<p>O coordenador lembrou que, além de sobreviver à crise, foram essas empresas que auxiliaram o fortalecimento do mercado interno e, consequentemente, imprimiram mais velocidade à trajetória de recuperação. Ele disse que a única medida adotada para o setor foi alterar o prazo de recolhimento de impostos e contribuições, que passou do dia 15 para o dia 20 de cada mês, de modo a facilitar o fluxo de caixa dessas empresas.</p>
<p>“De um lado, elas não foram tão afetadas. De outro, ajudaram o país como um todo na manutenção do emprego e da atividade econômica”, disse Santiago à Agência Brasil.</p>
<p>A percepção de Santiago sobre a crise e os efeitos nesse segmento baseia-se no número de empresas que hoje estão incluídas no Simples Nacional, conhecido também como Super Simples. O regime de tributação, que antes incluía apenas impostos federais, passou a englobar, partir de 2007, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é estadual, e o Imposto sobre Serviços (ISS), municipal. Com isso, o número de micro e pequenas empresas no regime aumentou e está na casa de 3 milhões.</p>
<p>O Simples Nacional tem foco na redução da carga tributária e simplificação dos procedimentos. Ou seja, redução da burocracia. A redução da carga para essas empresas, segundo Santiago, pode chegar a 67%, considerando seis tributos federais (Imposto de Renda Pessoa Jurídica, Imposto sobre Produtos Industrializados, Contribuição Social sobre Lucro Líquido, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, Programa de Integração Social e a contribuição patronal previdenciária), além do ICMS, estadual, e do ISS, municipal.</p>
<p>Na última semana, Santiago coordenou, em Brasília, o 3º Seminário Nacional Anual do Comitê Gestor do Simples Nacional , em Brasília. O evento foi direcionado a servidores públicos estaduais, municipais e da Receita Federal do Brasil com o objetivo de capacitar e integrar estados e municípios com o pessoal do Fisco nacional.</p>
<p>“Esse evento é mais para ensinar como preparar o Simples Nacional. Atender às empresas. Um evento voltado apenas para a administração pública mesmo.</p>
<p>De acordo com a Receita Federal para aderir ao Simples Nacional, o contribuinte pessoa jurídica não pode ter débito com nenhuma esfera de governo. As dívidas contraídas até 31 de janeiro de 2006 podem ser parceladas em até 120 meses. Para ter o pedido homologado, no entanto, a pessoa jurídica deverá desistir de eventuais ações administrativas e judiciais.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Venda experiências, em vez de produtos</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/empreendedorismo/1729/venda-experiencias-em-vez-de-produtos/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 15:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA["O Experience Marketing visa a surpresa. E, para surpreender, busca alcançar primeiramente os sentidos, via conexão emocional"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema econômico ao longo do tempo se adapta e se transforma em novos e melhores ciclos, destruindo o modelo velho e criando um novo, promovendo longos períodos de prosperidade, recompensas para novos produtos, novos métodos produtivos ou novos sistemas organizacionais. A dinâmica capitalista promove um permanente estado de inovação, mudança, substituição de produtos e criação de novos hábitos de consumo.</p>
<p>Em 1942, Joseph Schumpeter observou que era da natureza do capitalismo fazer progresso por meio de &#8220;destruição criativa&#8221;. Ocorreu muita destruição no setor financeiro ao longo dos últimos anos: dos preços dos ativos, de bancos e da confiança. Ainda não é amplamente reconhecido que isto faz parte de um processo criativo, mas há um bom motivo para pensar que é. Os preços dos ativos estavam sobrevalorizados, os bancos mal administrados e a confiança eram, na verdade, complacência disfarçada. O momento era propício para uma mutação “Schumpeteriana”.</p>
<p>Neste sentido, insisto em afirmar que estamos iniciando um novo e melhor ciclo econômico, com novos valores, culturas e objetivos, onde as marcas e empresas irão ter vida, os clientes e consumidores serão fãs da marca, os produtos são customizados em massa, as pessoas serão inspiradas, motivadas e reconhecidas e, consequentemente, terão uma vida mais emocionante, saudável e feliz.</p>
<p>De acordo com uma pesquisa realizada pela agência de Experience Marketing O Melhor da Vida, elaborada em parceria com professores, economistas historiadores, empresários e psicólogos, concluímos que o que ser humano mais aspira é tornar-se humano e assim origina-se a Economia de experiências.</p>
<p><strong>Sejam Bem Vindos a Economia de Experiências</strong></p>
<p>Após sucessivos ciclos econômicos associados à geração de valor agregado a produtos e serviços, o mercado global inicia uma nova Era onde a educação, entretenimento, estética e a interação se fundem para formar novos elementos de competitividade, através da geração de valor gerado pelo Marketing de Experiências. Esta cultura vem assumindo um papel relevante em diversos países, como os Estados Unidos, Inglaterra e demais países da Europa. E não é diferente no Brasil. As experiências são marcantes e trazem uma lembrança mais duradoura de sua empresa ou de sua marca.</p>
<p>O Experience Marketing visa a surpresa. E, para surpreender, busca alcançar primeiramente os sentidos, via conexão emocional. Ele permite ao cliente vivenciar a sensação que o produto pode provocar. Ver, tocar e ouvir são sensações que dão sentido para tudo na vida, todos querem sair do comum, querem se emocionar. O cliente quer ser surpreendido, seduzido e apostar em aventuras da realidade, quer viver experiências conjuntas que aprofundam vínculos e atualizam conteúdos de vida. O sentido de exclusividade é um dos princípios básicos das ações do Marketing de Experiências, fazendo com que seu cliente se sinta realmente especial.</p>
<p>Preparar uma aventura da realidade é garantir espaço definitivo no coração do seu público, o comum ou previsível não encanta mais ninguém, oferecer experiências inéditas, realizadas sob medida, com o patrocínio da sua empresa ou marca. Ela se tornará inesquecível.</p>
<p>A história econômica pode ser dividida em quatro grandes estágios de desenvolvimento: o agrário, o industrial, o de serviços e o de experiências. Para ilustrar esta evolução, veja o exemplo de um simples bolo de aniversário que vem sendo usado por grandes autores para esta metáfora.</p>
<p>Na economia agrária eram as mães que faziam os bolos, misturando várias matérias-primas, farinha, açúcar, manteiga e o que quer que fosse a mais, pelas quais pagavam uma pequena quantia, provavelmente menos de 10 reais. Mas os tempos mudaram e as mães, absorvidas pela economia industrial e atarefadas, passaram a comprar nos supermercados e mercearias as embalagens de ingredientes pré-misturados que somados podem alcançar perto de 20 reais. E tudo estava ficando mais fácil. Ainda assim, era necessário tempo.</p>
<p>O tempo mudou, a economia passou a absorver a pessoa ainda mais e surgiram os serviços. Aí entramos na economia de serviços, na qual os atarefados pais preferem comprar os bolos de aniversário nas confeitarias, pagando um preço muito superior e com grande prazer.</p>
<p>O cenário evoluiu, o tempo é escasso e hoje se contrata empresas para organizar as festas, os famosos Buffet, onde o ambiente maravilhoso, tudo devidamente decorado, ótimo atendimento, alta gastronomia, um espetáculo. O bolo de aniversário acabou sendo oferecido gratuitamente. Bem-vindos à economia das experiências!</p>
<p>Aí está a palavra mágica: um Espetáculo. Acabamos de identificar que existe a Economia das Experiências. É uma economia na qual o que conta é a emoção, exclusividade, despertar os sentimentos, ser surpreendido a cada momento.</p>
<p>Uma das grandes diferenças da Economia de Experiência é que, enquanto as outras ofertas econômicas tais como as matérias-primas os produtos e serviços são exteriores ao consumidor, as experiências são personalizadas, feitas sob medida. Neste caso, duas pessoas podem ser alvo da mesma experiência, mas interagir com ela de modo diverso ao nível emocional, psicológico, intelectual ou até espiritual. É tal como numa peça de teatro ou diante de um concerto. Nem todos reagem da mesma maneira à mensagem da peça ou ao desempenho dos atores, mas a mesma pessoa pode ter uma reação diferente ao mesmo evento, consoante o seu estado psicológico no momento. Portanto, empresários, gestores, professores e todos os seres humanos, preparemo-nos para sermos criativos e inovadores.</p>
<p>É fato que ainda é o &#8220;setor&#8221; de entretenimento um dos negócios em que esta tendência é mais visível, sendo a Walt Disney uma grande pioneira, que oferece um universo de magias e sonhos para todas as idades, mas, eu já vejo o dia em que esta tendência vai se estender a todos os segmentos: do encanador ao doutor.</p>
<p>Em termos de segmento sócio produtivo, sinto que o mercado corporativo começa a ingressar na economia de experiências, seja oferecendo momentos memoráveis a clientes (fidelização), funcionários (incentivo) e quem sabe a toda cadeia produtiva do negócio. Independente de qual seja o segmento que vai chegar mais perto de adotar a tendência, a certeza é que, será por conta da Economia de Experiência que uma empresa alcançará mais sucesso do que outras. As empresas de sucesso no futuro venderão espetáculos.</p>
<p>Volto a insistir que a venda de uma experiência não se limita aos teatros, parques de diversão e festas. Em tudo podemos colocar experiências e espetáculos. Uma reunião com clientes, ou treinar uma equipe de vendas, por exemplo, em um ambiente totalmente saudável, construtivo e multisensorial &#8211; jogar golf , degustar uma safra nobre de champanhe, voar de balão, quer lugar melhor? Um restaurante, uma loja de automóvel, uma locadora de DVD,&#8230; tudo cabe um espetáculo.</p>
<p>Acredito que as pessoas que dominam os conhecimentos sobre as novas tecnologias, devem pensar nos meios para criar uma vasta gama de experiências, como os jogos interativos, simuladores, eventos de experiências ou a realidade virtual.</p>
<p>E a sua empresa? Vende produtos e serviços ou eventos e experiências?</p>
<p><strong>Jorge Nahas</strong> <em>é economista e diretor de experiências do grupo O Melhor Da Vida</em></p>
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		<title>Loja virtual</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 16:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como uma loja física, para obter sucesso e lucro na internet é necessário ter um bom planejamento estratégico]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="778" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>Muitos empresários já pensaram na possibilidade de vender seus produtos e serviços pela internet, setor que ultrapassou os R$10 bilhões em 2009.O crescimento de 30% &#8216;em relação a 2008 demonstra que é cada vez maior o número de pessoas que são atraídas pelas facilidades do comércio eletrônico. Mas transformar visitantes de lojas virtuais em compradores em potencial pode não ser tão simples. Assim como uma loja física, para obter sucesso e lucro na internet é necessário ter um bom planejamento estratégico e investimentos, que incluem compra de materiais, divulgação, capital de giro e aluguel do espaço.</p>
<p>Diferente de um site institucional, que apenas descreve a empresa, uma loja virtual precisa oferecer todas as informações possíveis para que o cliente não sinta necessidade de sair de casa para comprar a mercadoria. Hildo Schroder, sócio gerente da Loja Mestre, especializada em orientação para lojas virtuais, ressalta que o site deve permitir o cadastro de produtos e preços pelo administrador, fazer o cálculo automático de fretes e possibilitar o pagamento da compra pelo cliente “Muitas pessoas acham que é de um dia para o outro, que basta um pouco de dinheiro, alguns produtos e já está apto para vender na internet. Mas não é assim, é um processo que exige tempo, organização, dedicação e investimento”, salienta.</p>
<p>Atendendo a esses requisitos, Hildo explica que o próximo passo é definir o nome e critérios como identidade visual, cores e slogan. Depois de registrar o domínio, a loja virtual estará criada e já é possível cadastrar os produtos que se deseja vender. ´´Você não ficará rico do dia para a noite. Planeje pelo menos seis meses de trabalho com a loja virtual para ela começar a dar lucros. Sim, uma loja pode ser um sucesso em apenas um ou dois meses. Mas isso vai depender muito, do seu produto e preço e principalmente de sua divulgação´´, aconselha.</p>
<p><strong>Logística</strong></p>
<p>De acordo com o que for comercializado, é necessário que o empreendedor tenha alguns cuidados em relação ao transporte do produto, principalmente no que diz respeito a mercadorias frágeis. Apesar de exigir mais cuidado e embalagens especiais, alguns produtos, antes improváveis de se imaginar sendo vendidos pela internet, já podem ser comercializados por meio do comércio eletrônico. Prova disso é que hoje já é possível adquirir vinhos, flores e até peixes por meio de lojas virtuais. Além do correio, a entrega funciona com parcerias com empresas do mesmo ramo de outras cidades.</p>
<p><strong>O que  é necessário para montar uma loja virtual? *(Box)</strong></p>
<p><strong>1 &#8211; Ter domínio sobre uso  de internet e e-mails, saber criar e editar imagens de forma básica.</strong></p>
<p><strong>2 &#8211; Saber o que você  quer vender.</strong></p>
<p><strong>3 &#8211; Fazer um planejamento estratégico com análise de mercado e concorrentes. Para descobrir se o que você vai vender é  viável. </strong></p>
<p><strong>4 &#8211; Ter capital de giro  suficiente para comprar mercadorias e fazer investimentos em divulgação  da loja.</strong></p>
<p><strong>5 &#8211; Ter conhecimentos sobre comércio, atividades comerciais em geral. Um conhecimento básico sobre a área financeira é muito importante.</strong></p>
<p><strong>6 &#8211; Para determinados ramos  como informática e eletrônicos é  recomedável ter empresa registrada.</strong></p>
<ul>
<li><strong>Dicas da Loja    Mestre</strong></li>
</ul>
<p><strong>Contatos:</strong></p>
<p><strong>Loja Mestre: (41) 3016 7251</strong></p>
<p><strong>Fonte:</strong> Ana Paula Meurer</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>O valor da união</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 16:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[A associação de pequenas lojas em rede dá poder de barganha aos integrantes, facilita a concorrência e melhora os resultados ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="778" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>Quando grandes redes de materiais de construção começaram a se instalar no Rio Grande do Sul, os empresários locais do setor perceberam que era o momento de se unir para não perder espaço no mercado. Onze deles começaram a fazer compras em conjunto e viram que era preciso estreitar as relações com outros pequenos e médios varejistas. Em 2001, eles lançaram a rede associativa de materiais de construção Redemac e passaram a trabalhar em conjunto. Associados e unidos por uma rede de valor empresarial, esses varejistas conseguiram negociar melhor os preços e os prazos de pagamento com os fornecedores, ampliar seu mix e padronizar os serviços oferecidos. Em oito anos de trabalho, montaram uma rede de materiais de construção que é líder no mercado gaúcho e que tem mais de 70 lojas.<br />
A estratégia adotada pelos empresários do Rio Grande do Sul em reunir pequenos e médios varejistas em torno de um trabalho cooperativo é uma tendência de mercado. Unidos através de redes de valor empresarial, esses pequenos varejistas ganham espaço no mercado e se tornam mais competitivos. Daniela Teixeira, especialista em estratégia, desenvolvimento e inteligência empresarial da consultoria Meta-Análise, explica que pela rede de valor os empresários podem compartilhar sistemas, processos, tecnologia da informação ou algumas ações de marketing e vendas. “As redes apostam na relação win-win (em que todos que participam dela saem ganhando) e que a melhora no desempenho do setor e dos parceiros comerciais traz ganhos para todos”, afirma.<br />
No sistema da Redemac, todos os varejistas são associados à rede e donos da marca. A administração de cada unidade fica a cargo do empresário proprietário e as decisões estratégicas da Redemac são feitas em conjunto. Para estruturar o negócio e melhorar os serviços oferecidos, os empresários tiveram o apoio do programa Redes de Cooperação, da Secretaria do Desenvolvimento dos Assuntos Internacionais do Rio Grande do Sul (Sedai). “A Redemac é um misto de cooperativa, central de compras e franquia.<br />
Compramos em conjunto, trabalhamos por meio do associativismo e usamos a padronização que a franquia costuma praticar para que todas as lojas tenham o mesmo layout”, explica Luiz Henrique M. de Paula, diretor de relações com o mercado da Redemac. Uma vez por mês, todos os associados se reúnem e discutem as diretrizes da marca em assembleia. “Nessas reuniões, o varejista fala de suas dificuldades e, em alguns casos, outros associados apresentam soluções para o problema que ele tinha. Isso só é possível porque esse sistema faz com que pequenos varejistas não enxerguem no outro pequeno um concorrente e sim um parceiro”, afirma Luiz Henrique. O diretor conta que já aconteceu de um grupo de associados, que não vendia aquecedores porque achava que não saía, mudar de opinião durante as reuniões, passar a oferecer o produto e, com isso, faturar mais.<br />
Em rede, os varejistas conseguem trabalhar como grandes. Fazem compras em conjunto, conseguem dos fornecedores condições de pagamento e entrega mais facilitadas, ampliam o mix de produtos, padronizam os serviços e têm um layout único. “Hoje em rede conseguimos exigir mais dos fornecedores, e para escolher os produtos que serão vendidos na rede, analisamos o preço, a qualidade do produto, a entrega e também as condições de pagamento”, comenta o diretor.<br />
Com operações em todas as regiões do Rio Grande do Sul e mais de 1,8 mil colaboradores, a Redemac é uma das principais redes de materiais de construção do estado. Todos os associados registram crescimento no faturamento e há casos de lojas que aumentaram em 300% as vendas ao longo destes oito anos de trabalho em rede. Com a melhora na estrutura do negócio e com a conquista de espaço no mercado, o receio que antes os varejistas tinham de concorrer com os grandes diminuiu. “A grande empresa chega numa região e não gera o mesmo número de vagas que um conjunto de pequenas lojas gera. No nosso caso, como as empresas da rede estão crescendo, elas estão investindo no local, não levam o lucro para fora e, com isso, utilizam mais a mão de obra local”, afirma Luiz Henrique.<br />
Para Jorge Verschoore, pesquisador da Universidade do Rio dos Sinos (Unisinos) e especialista em redes de valor, o caso da Redemac é uma tendência de mercado. Ele explica que a concorrência não se faz mais em nível local e é preciso que as empresas estejam preparadas para competir com os grandes. “Uma das características da nova economia é o fim da ação isolada das empresas, o êxito empresarial depende da complementaridade de recursos e esforços.”<br />
Verschoore estudou diversas formas de associativismo empresarial no Brasil e no exterior e escreveu o livro Redes de cooperação empresarial (Bookman, 2008) em coautoria com Alsones Ballestrin. O modelo de redes é, segundo o pesquisador, diferente da franquia porque não há uma relação de um empresário que tenha conhecimento na área e outro que não tenha know-how. “Na relação associativa, todos são donos da marca e ajudam a construir o modelo, a metodologia e o dia a dia do negócio.”<br />
O pesquisador explica que há diferentes formas de se trabalhar em rede. No caso da Redemac, são empresas que vivem sob a lógica da cooperação, mas podem existir casos de empresas que podem trabalhar em rede só em uma atividade econômica como, por exemplo, para fazer compras em conjunto, e aquelas que trabalham a partir de uma marca líder. “Na pesquisa que fiz sobre redes observei que as que têm mais vantagens no mercado são as do varejo e aquelas que têm maior número de associados porque proporcionam maiores ganhos para toda a cadeia”, explica.<br />
Mas não é fácil trabalhar em rede porque a gestão é bastante complexa. “Uma coisa é você gerenciar sua empresa sozinho, a outra é com mais 100, é bem mais difícil”, afirma Verschoore. Para auxiliar no dia a dia dos negócios, ele orienta que os empresários busquem o auxílio de uma consultoria especializada ou de uma entidade do setor. “Se não tiver alguém que tenha conhecimento de como mostrar para o grupo essas vantagens de trabalhar em rede, dificilmente o varejista sozinho conseguirá reunir outros em um mesmo projeto.”<br />
Para Adriana, da Meta-Análise, os varejistas que quiserem montar redes de valor devem estar atentos aos contratos de cooperação que estabelecem as parcerias. “O contrato precisa estar muito bem amarrado e mostrar até que ponto essa empresa vai colaborar e qual será o nível de cooperação entre elas.”<br />
<strong>Valor na moda</strong><br />
A Marisol, uma das maiores fabricantes de roupas do Brasil, levou a sua experiência de mais de 45 anos de mercado para o sistema de redes de valor. A empresa criou em 2006 a One Store, primeira rede de valor do segmento de moda do País. Pelo sistema, varejistas multimarcas podem ter uma identidade padrão e ainda contar com consultoria financeira, de comunicação e de marketing nas vendas de roupas das marcas Marisol, Lilica Ripilica, Tigor T. Tigre, Mineral, Pakalolo e Criativa. “A One Store tem como missão aportar vários serviços para auxiliar na profissionalização do varejo multimarcas”, explica Roberto Keiber, diretor-executivo da Marisol.<br />
Diferente do sistema de franquia, na One Store não é exigido exclusividade e o varejista precisa fazer apenas pequenas alterações na loja para integrar a rede. Ele segue um modelo de padronização da fachada central, das vitrines, da disposição interna e do padrão de balcão-caixa. “Essas modificações são importantes para garantir identidade às lojas que pertencem à rede One Store”, afirma Keiber.<br />
Os varejistas da rede têm consultoria na implantação e gestão da unidade. Uma equipe de consultores da One Store faz visitas técnicas a cada unidade para acompanhar mensalmente a operação dos lojistas. “Nessas visitas é avaliado o desempenho de cada vendedor, acompanhando o tíquete médio e o fluxo de caixa”, diz Keiber.<br />
A rede tem 120 operações no País e a previsão é que chegue a 600 até 2014. Para integrar a rede e ter a licença de uso da marca One Store, o lojista paga uma taxa única de adesão e outra mensal pelo uso dos serviços oferecidos.<br />
Milene Mattos é proprietária de duas lojas One Store em Florianópolis – uma no Bairro Campinas e outra no Floripa Shopping. “Meu faturamento cresceu cerca de 40% com a One Store.” A empresária conta que devido ao aumento na demanda dos serviços ela precisou ampliar uma das lojas. “A do Floripa Shopping eu abri inicialmente com 80 metros quadrados mas precisei aumentá-la, e hoje ela tem 280 metros quadrados.”<br />
Milene conta que o cliente que hoje entra na loja se sente mais à vontade e consegue ter uma visão melhor dos produtos vendidos. “Na minha loja, que antes era multimarca, todas as peças eram dobradas em prateleiras e os clientes não conseguiam ter acesso a elas. Hoje, com a One Store, todas as peças estão em cabides e isso ajudou bastante a ter uma exposição melhor dos produtos”, afirma.<br />
<strong>Contato:</strong><br />
Meta-Análise &#8211; <a href="http://www.metaanalise.com.br/">www.metaanalise.com.br</a><br />
One Store &#8211; <a href="http://www.metaanalise.com.br/">www.onestore.com.br</a><br />
One Store Floripa Shopping &#8211; (48) 3389-3482<br />
Unisinos &#8211; <a href="http://www.unisinos.br/">www.unisinos.br</a><br />
Redemac &#8211; <a href="http://www.redemac.com.br/">www.redemac.com.br</a></p>
<p><strong>Fonte:</strong> Beatrice Gonçalves</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Crise deixa trabalhadores mais leais a empresas, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudo mostrou ainda que todas as gerações estão atentas a como as organizações gerenciam sua reputação corporativa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise global certamente detonou o balanço das companhias, mas fez com que mais de 40% dos empregados se sentissem mais comprometidos com seus patrões, segundo uma pesquisa realizada pela empresa internacional de recrutamento Kelly Services na Europa, América do Norte e Ásia/Pacífico.</p>
<p>O estudo concluiu ainda que as empresas com gestão positiva, moral elevado e comunicações ativas conseguem deixar sua força de trabalho mais engajada apesar das incertezas provocadas pela redução nos lucros e pelas demissões.</p>
<p>Os entrevistados citaram um &#8220;trabalho mais interessante ou desafiador&#8221; como sendo a principal razão que os torna mais envolvidos com o trabalho &#8211;acima até mesmo de aumentos salariais e mais benefícios.</p>
<p>&#8220;Muitas organizações passam por um período extremamente difícil, mas algumas geriram os desafios de forma positiva e emergiram com um novo nível de confiança dentro da força de trabalho&#8221;, disse George Corona, executivo-chefe da Kelly Services, em nota.</p>
<p>O Índice Global Kelly da Força de Trabalho reúne entrevistas feitas entre outubro e janeiro com 134 mil pessoas em 29 países. A pesquisa concluiu que 43% se sentem &#8220;totalmente comprometidos&#8221; com seus atuais empregos, e que 26% se sentem &#8220;algo comprometidos&#8221;.</p>
<p>Um total de 27% dos entrevistados em nível global disse que a recessão econômica aumentou seu grau de lealdade ao patrão, enquanto 10% se sentem agora menos leais, e 63% acham que não houve mudanças.</p>
<p>Há uma ligeira tendência da &#8220;Geração Y&#8221; (de 18 a 29 anos) a se dizer mais leal por causa da crise do que a &#8220;Geração X&#8221; &#8212; 28% a 26%, respectivamente.</p>
<p>A pesquisa mostra também que os empregados mais &#8220;engajados&#8221; estão na América do Norte, onde 52% se dizem totalmente comprometidos com seu emprego. A cifra cai para 47% na Ásia e 36% na Europa.</p>
<p>Sobre a perspectiva de permanecer no emprego ou mudar de ocupação, os mais jovens demonstram interesse muito maior em crescer dentro da carreira, enquanto os mais velhos valorizam mais a qualidade da gestão, segundo a pesquisa.</p>
<p>O estudo mostrou ainda que todas as gerações estão atentas a como as organizações gerenciam sua reputação corporativa, fator importante para que o empregado decida se fica ou se procura outro trabalho.</p>
<p>&#8220;Atrair empregados e mantê-los produtivamente engajados está constantemente entre as tarefas mais desafiadoras para os empregadores&#8221;, disse Corona. &#8220;Uma estratégia multigeracional é vital para atrair não só os melhores talentos, mas também para promover um clima que estimule a criatividade e o aprendizado para todos os trabalhadores.&#8221;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Desempenho no franchising</title>
		<link>http://home.cdlanapolis.com.br/empreendedorismo/1573/desempenho-no-franchising/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Franquias lideradas por mulheres faturam 35% a mais, diz pesquisa da Rizzo Franchise.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As franquias comandadas por mulheres faturam cerca de 35% mais do que aquelas comandadas pelos homens, segundo levantamento realizado pela Rizzo Franchise.</p>
<p>De acordo com o diretor da Rizzo Franchise, Marcus Rizzo, o principal motivo para o sucesso feminino no setor é que as mulheres tendem a se adaptar aos padrões estabelecidos pelas franquias, além de serem consideradas mais organizadas.</p>
<p>Mulheres no franchising<br />
A pesquisa destacou também que 74% dos proprietários de empresas que vendem franquias afirmaram que as mulheres apresentam um padrão operacional 45% maior do que os homens.</p>
<p>Atualmente, as mulheres representam 38% do total de empreendedores do País e 42% dos franqueados em todo o território nacional. Existem 62 mil mulheres operando franquias e a maioria têm idade entre 36 e 45 anos de idade.</p>
<p>Expectativa do setor<br />
Em relação à expectativa do setor, a Rizzo Franchise acredita que 16.500 novas franquias serão abertas em 2010. A estimativa da ABF (Associação Brasileira de Franchising) também é positiva, já que a entidade prevê alta entre 15% e 16% no faturamento esse ano.</p>
<p>“Com tantos pontos inaugurados no ano passado, é natural que o faturamento aumente ainda mais esse ano”, explica o diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo. Ele afirma ainda que as microfranquias, negócios de até R$ 50 mil de investimento, e a exploração de novas cidades são apostas do setor para 2010.</p>
]]></content:encoded>
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