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	<title>CDL de Anápolis &#187; Economia</title>
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	<description>Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis</description>
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		<title>Emprego na indústria tem maior alta anualizada desde 2004, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 20:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>

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		<description><![CDATA[O emprego na indústria brasileira apresentou crescimento de 4,2% em maio na comparação com o mesmo mês de 2009, já descontados os efeitos sazonais. Esta é, junto com a elevação registrada em outubro de 2004, a maior alta observada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na série histórica iniciada em 2001. Na comparação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O emprego na indústria brasileira apresentou crescimento de 4,2% em maio na comparação com o mesmo mês de 2009, já descontados os efeitos sazonais. Esta é, junto com a elevação registrada em outubro de 2004, a maior alta observada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na série histórica iniciada em 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">Na comparação com abril deste ano, a alta foi de 0,3%, o que representa o quinto mês seguido de avanço. No ano, o emprego no setor acumulou alta de 1,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">Na comparação anual, 15 dos 18 setores industriais contrataram mais, com destaque para Produtos de metal (8,9%), Calçados e couro (8,2%), Máquinas e equipamentos (6,4%) e Alimentos e bebidas (2,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as 14 regiões do país pesquisadas tiveram aumento do emprego, sendo São Paulo a principal influência positiva, com avanço de 3,3%.</p>
<p style="text-align: justify;">O IBGE acrescentou que o número de horas pagas aumentou 0,3% em maio sobre abril, com ajuste sazonal, e 5,5% ano a ano, a maior variação da série histórica.</p>
<p style="text-align: justify;">A folha de pagamento real dos trabalhadores caiu 0,8% mês a mês e subiu 3,7% ano a ano.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Entenda a pesquisa</h5>
<p style="text-align: justify;">Segundo o IBGE, a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário produz mensalmente indicadores sobre vagas e remuneração nas atividades industriais, sobre pessoal ocupado assalariado, admissões, desligamentos, número de horas pagas e valor da folha de pagamento em termos nominais (valores correntes) e reais (deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo &#8211; IPCA).</p>
<p style="text-align: justify;">São consideradas as empresas que possuem unidades locais registradas no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e reconhecidas como industriais pelo Cadastro Central de Empresas do IBGE.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa é dividida nas seguintes áreas: regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Sul, Pernambuco, Ceará, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">O levantamento foi iniciado em 1968 com o nome de Pesquisa Industrial Mensal – Dados Gerais. Em 1997, passou a ser denominado Pesquisa Industrial Mensal &#8211; Emprego, Salários e Valor da Produção.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de 2001 a pesquisa foi reformulada, deixando de levantar informações relativas ao valor da produção industrial e passando a ser denominada Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário.</p>
<p style="text-align: justify;"><em></em> </p>
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		<title>Saldo de R$ 12,2 bi da poupança é recorde no primeiro semestre</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 15:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>

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		<description><![CDATA[Resultado superou em 400% o de igual período de 2009 e foi o melhor para o semestre desde o início do Plano Real]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasileiros têm conseguido poupar mais nos últimos meses. Mesmo com as vendas aquecidas no <span>varejo</span>, a captação de depósitos na poupança bateu recorde no primeiro semestre. Dados divulgados ontem pelo Banco Central mostram que as aplicações superaram os saques em R$ 12,2 bilhões de janeiro a junho, o melhor resultado para o período desde o início do Plano Real. Apenas em junho, foram R$ 4,1 bilhões em novos depósitos.</p>
<div id="texto">
<p>Os números mostram uma recuperação exuberante da mais tradicional aplicação: o resultado da poupança no semestre foi 400,4% maior que em igual período de 2009. Há um ano, o País ainda sofria os efeitos da crise mundial e muitas famílias viam sua capacidade de poupar drasticamente reduzida, em meio ao aumento do desemprego. Naquele cenário, muitos consumidores tiveram de sacar as economias para pagar as contas.</p>
<p>Especialistas em finanças pessoais têm dito que o aumento da capacidade de poupar do brasileiro está ligado à recuperação do mercado de trabalho. Isso amplia o número de brasileiros que têm salário e podem reservar parte do orçamento. Também pesa o fato de que há aumento real da renda, o que tem dado a muitos clientes a possibilidade de fazer seus primeiros depósitos na poupança. A renda em ascensão beneficia principalmente trabalhadores de menor renda.</p>
<p>Além de captar novas aplicações, a poupança também rendeu R$ 9,4 bilhões às contas já existentes. Em seis meses, a rentabilidade foi de 3,23%. Somados, as novas aplicações e os juros levaram o conjunto de cadernetas do Brasil a R$ 334,8 bilhões em 30 de junho, outro recorde.</p>
<p>A boa situação econômica não beneficiou apenas a poupança. Dados da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid) mostram que os fundos de renda fixa, os mais conservadores, terminaram o semestre com captação de R$ 28 bilhões.</p>
</div>
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		<title>Férias de julho aumentarão vendas do varejo de shopping</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 12:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[O varejo de shopping estima que as vendas deste mês devem ficar aquecidas por conta das férias escolares e dos últimos dias de jogos da Copa do Mundo. Segundo a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), somente o segmento de complementos e acessórios prevê alta de 15% nas vendas para o período, na comparação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="texto_materia">
<div id="div_1-paginada">
<p>O varejo de shopping estima que as vendas deste mês devem ficar aquecidas por conta das férias escolares e dos últimos dias de jogos da Copa do Mundo.</p>
<p><a href="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/07/mercado-shoppingcenters.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2192" title="mercado-shoppingcenters" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/07/mercado-shoppingcenters-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Segundo a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), somente o segmento de complementos e acessórios prevê alta de 15% nas vendas para o período, na comparação com o mesmo mês de 2009.</p>
<p>As agências de turismo também estão otimistas com as vendas deste mês. A expectativa é de crescimento de 25% na comercialização de pacotes de viagens, tanto para destinos nacionais como internacionais.</p>
<p><strong>Alimentação<br />
</strong>Já o segmento de alimentação dos shoppings acredita que as vendas vão registrar incremento de 20,83% no sétimo mês do ano.</p>
<p>“Sabemos o poder de consumo que as crianças e jovens em geral despertam no varejo, pois muitos deles levam junto aos shoppings seus pais, avós, amigos, namoradas, deixando o clima dos centros de compras ainda mais propícios ao passeio, diversão e consumo, o que contribui para a geração cada vez maior de riqueza aos lojistas que atuam nestes empreendimentos, especialmente nas férias de julho”, finaliza o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun.</p>
</div>
</div>
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		<title>Leilão Presencial e On-line da Justiça do Trabalho de Anápolis/GO, Confira!</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 10:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Cardoso, administrador do portal</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDL Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 1º de Julho a partir das 09:30 horas, a Justiça do Trabalho de Anápolis promoverá leilão para pagamento de dívidas por Execuções Trabalhistas, organizado pela Leilões Judiciais Serrano. O evento vai ocorrer simultaneamente na Justiça do Trabalho e via internet, onde serão leiloados: VW Saveiro LS, Máquina compressora, entre outros bens, confira! INFORMAÇÕES: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2134" title="leiloes-judiciais-jun10" src="http://arquivos.cdlanapolis.com.br/img/2010/06/leiloes-judiciais-jun10.jpg" alt="" width="300" height="200" />No dia <strong>1º de Julho</strong> a partir das <strong>09:30 horas</strong>, a Justiça do Trabalho de Anápolis promoverá leilão para pagamento de dívidas por Execuções Trabalhistas, organizado pela Leilões Judiciais Serrano. O evento vai ocorrer simultaneamente na Justiça do Trabalho e via internet, onde serão leiloados: VW Saveiro LS, Máquina compressora, entre outros bens, confira!</p>
<p><strong>INFORMAÇÕES:</strong></p>
<p><a href="http://www.leiloesjudiciais.com.br/">www.leiloesjudiciais.com.br</a></p>
<p>0800-707-9272 ou (44) 2101-9272</p>
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		<title>A indústria de eventos alavanca a geração de negócios e resultados no Brasil e no mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 19:18:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[A Indústria de Eventos no Brasil não para de crescer e é um segmento que está em alta no mundo todo. O setor é uma importante fonte geradora de empregos e renda, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social brasileiro. Os números comprovam. No Brasil, o setor de eventos fatura 37 bilhões de reais anuais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Indústria de Eventos no Brasil não para de crescer e é um segmento que está em alta no mundo todo. O setor é uma importante fonte geradora de empregos e renda, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social brasileiro.</p>
<p>Os números comprovam. No Brasil, o setor de eventos fatura 37 bilhões de reais anuais, que corresponde a 3,1% do PIB nacional. Emprega quase 3 milhões de pessoas. Recolhe 4,2 bilhões de reais em impostos com a realização de 320 mil eventos por ano. Segundo dados do Sebrae (2008), os eventos movimentam 79 milhões de pessoas, um percentual de 33,7% do turismo nacional.</p>
<p>O evento deve ser pensado como uma atividade econômica e social que gera uma série de benefícios para os empreendedores, para a cidade promotora, para o comércio local, restaurantes, hotéis e para a comunidade.</p>
<p>O segmento não trabalha com suposições. Não admite-se mais eventos sem planejamento. Dentre os componentes da estruturação e planejamento do projeto de um evento estão: determinação do conceito do evento (tema central, missão, objetivos), identificação do público-alvo e do perfil dos convidados, escolha do formato do evento (data, local, atividades, programa), estabelecimento de um cronograma das etapas do evento, identificação dos recursos necessários para a formatação, plano da logística, cálculo do valor do evento / viabilidade financeira, planejamento de marketing e vendas. As empresas que promovem eventos corporativos também precisam se atentar a todas estas fases, para que seus resultados, sejam igualmente traduzidos no alcance de objetivos, embora não comerciais.</p>
<p>O fator criatividade é essencial no fantástico universo da produção de eventos. Como criar algo diferente em eventos? Criatividade em eventos nem sempre significa um espetáculo surpresa. Cada evento pede uma programação que pode ser mais ou menos surpreendente, mais ou menos sofisticada, mais ou menos tradicional. Aplicar a dose correta de mais e de menos é fundamental para o sucesso. Ser inteligente não basta, é preciso conectar idéias de forma original para fazer a diferença no mercado. Quem compreender isso já está um passo à frente.</p>
<p>Entretanto quando um evento foi um fracasso ou quase, torna-se difícil apontar os responsáveis. Quem são eles? O quê e onde deu errado? Nesta hora costuma-se procurar as causas na organização ou na formatação do evento. Em um momento quase de acareação, apontam-se falhas na execução do briefing do evento e o organizador, por sua vez, relembra todas as decisões ou até indecisões tomadas para que as ações fossem executadas daquela forma.</p>
<p>A especialista em Eventos Yara Jane Veloso – Gerente do FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental afirma que hoje os eventos não mais celebram produtos, marcas, ideias ou conhecimento técnico, agora ele é a própria celebração, sua realização é sempre um acontecimento único devido às técnicas de planejamento e organização. Portanto, o evento figura como um fato levado no primeiro momento pela acolhida e tratamento dado ao público-alvo.</p>
<p>A Escola de Eventos e a Holos Consultoria promovem em Anápolis o curso de Organização e Cerimonial de Eventos, voltado para profissionais do ramo e organizadores de eventos corporativos. Dividido em dois módulos e um seminário de encerramento, o curso tem início previsto para a segunda quinzena de junho/2010 e término no mês de Julho, totalizando carga horária de 40 horas. Dentre os professores estão a diretora de Planejamento e Gestão de Eventos da Classe Eventos, Claudete Motter; a professora de graduação da PUC-GO, Márcia Guimarães; a gerente do FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental e também professora de graduação da PUC-GO, Yara Jane Veloso e o professor de Pós-Graduação do SENAC-GO – Curso de Gestão de Empreendimentos Turísticos e Eventos, Frederico Gomides. O lançamento do curso de Organização e Cerimonial de Eventos é resultado do grande sucesso do painel “Eventos: o que mudou?”, promovido e realizado pela Holos, no dia 07 de abril deste ano, no Hotel Naoum Express. Na ocasião, quatro temas foram discutidos em torno do assunto: profissionalismo, planejamento, criatividade e hospitalidade. Para mais informações e inscrições, (62) 3099-5566/2800. Acesse ainda o site: www.holosconsultoria.org.</p>
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		<title>Termina a exclusividade entre bandeiras e credenciadora</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 15:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de 1º de julho, o consumidor terá direito a passar diferentes cartões de crédito e débito em uma mesmamáquina operadora. Isso porque acaba a exclusividade entre as principais bandeiras e as credenciadoras. Assim, o lojista, que hoje precisa adquirir diversos terminais eletrônicos para operar cartões distintos, poderá ter um único contratoquepossibiliteoserviço. Na prática, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de 1º de julho, o consumidor terá direito a passar diferentes cartões de crédito e débito em uma mesmamáquina operadora. Isso porque acaba a exclusividade entre as principais bandeiras e as credenciadoras. Assim, o lojista, que hoje precisa adquirir diversos terminais eletrônicos para operar cartões distintos, poderá ter um único contratoquepossibiliteoserviço.</p>
<p>Na prática, significa que o cliente poderá pagar poruma compra com o cartão Mastercard, na máquina Cielo (antiga Visanet), até então exclusiva para o cartão Visa. Do mesmo modo, a Redecard, credenciadora do Master e outras quatro bandeiras (Hipercard, Cabal, Aura, Dinners), aceitará o Visa. A mudança se fundamentaemum Termo de Ajustamento de Conduta firmado no ano passado.</p>
<p>Regulação &#8220;Para nós, é o maior passo dado na indústria de cartões de crédito, desde que foi criada, alterando toda a estrutura dos sujeitos participantes&#8221;, afirma o presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pelizzaro Júnior. Ele esteve ontem em Salvador participandodoseminárioNovoCenário da Indústria de Cartões de Crédito, no Othon Palace, com presença de representantes de lojistas e operadoras.</p>
<p>Como representante da rede de comércio varejista, Pelizzaro integra as negociaçõesemcursocomoGoverno Federal para estabelecer o processo de regulação do setor de cartões de crédito.</p>
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		<title>Juros voltam a subir em abril e inadimplência é a menor desde 2005, aponta BC</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 15:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[As taxas de juros para o consumidor voltaram a subir abril, depois de três meses de queda, apesar da redução na inadimplência, que chegou ao menor nível desde o final de 2005. Segundo pesquisa do Banco Central divulgada nesta quarta-feira, a taxa média de juros ao consumidor passou de 41% para 41,1% ao ano. Houve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As taxas de juros para o consumidor voltaram a subir abril, depois de três meses de queda, apesar da redução na inadimplência, que chegou ao menor nível desde o final de 2005.</p>
<p>Segundo pesquisa do Banco Central divulgada nesta quarta-feira, a taxa média de juros ao consumidor passou de 41% para 41,1% ao ano. Houve alta no cheque especial (de 160,3% para 161,3% ao ano) e no credito pessoal (42,7% para 42,9%), entre as principais modalidades pesquisadas.</p>
<p>O aumento se deve ao custo de captação dos bancos, que está sendo impulsionado pelo aumento recente da taxa básica de juros e pela expectativa de que a Selic continue subindo até o fim do ano.</p>
<p>Esse efeito anulou o impacto positivo da queda da inadimplência sobre o mercado de crédito. Os pagamentos atrasados representam hoje 5% do total (pessoa física e jurídica), o melhor resultado desde março do ano passado. Para o consumidor, caiu de 7% para 6,8% (menor desde dezembro de 2005).</p>
<p>O &#8220;spread&#8221; bancário, que é a parcela que embute custos, riscos e lucros, caiu 0,2 ponto percentual para o consumidor. Para as empresas, caiu 0,3 ponto. Os juros para pessoa jurídica ficaram estáveis em 26,3% ao ano. A inadimplência ficou em 3,6%.</p>
<p>O indicador que reúne pessoas físicas e jurídicas apontou alta nos juros, de 34,2% para 34,3% ao ano. Apesar da queda de 0,2 ponto no &#8220;spread&#8221;, houve alta de 0,3 ponto no custo de captação.</p>
<p>O estoque de crédito na economia cresceu 17,6% nos últimos 12 meses, acima dos 16,8% registrados até março, e chegou a R$ 1,47 bilhão (45,2% do PIB). O crédito para o consumidor avançou 20%. Para empresas, cresceu 15,7%.</p>
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		<title>Redes de varejo automotivo planejam triplicar de tamanho</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 15:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[impacto]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresas e redes de franquias ligadas ao setor automotivo aproveitam o contínuo crescimento da venda de veículos no País e a malha rodoviária para ampliar a atuação no Brasil. É o caso da Bridgestone Bandag Tire Solutions (BBTS), braço da Bridgestone, líder mundial na fabricação de pneus, que opera lojas especializadas em produtos e serviços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas e redes de franquias ligadas ao setor automotivo aproveitam o contínuo crescimento da venda de veículos no País e a malha rodoviária para ampliar a atuação no Brasil. É o caso da Bridgestone Bandag Tire Solutions (BBTS), braço da Bridgestone, líder mundial na fabricação de pneus, que opera lojas especializadas em produtos e serviços para caminhões e ônibus e deve quase triplicar o seu número de unidades até 2014. Hoje, possui 110 lojas no Brasil, mas quer chegar a 300 unidades e está investindo US$ 3 milhões na sua rede este ano, 15% mais do que investiu em 2009. Segundo Ricardo Drygalla, gerente de Marketing da BBTS, este ano a previsão é abrir 30 lojas, para as quais 18 contratos já estão fechados.</p>
<p>O gerente afirma que a empresa vinha planejando uma expansão mais acelerada. Em 2009 abriu menos unidades, 16 lojas, em função da crise econômica, mas agora está retomando o crescimento e abrindo até mais lojas do que antes da crise, quando inaugurava uma média de 20 franquias por ano. &#8220;O crescimento do Brasil a taxas de 6% também nos favorece e é importante, queremos agora atrair novos investidores&#8221;, disse. No momento, estão conversando com quase 40 candidatos a franqueados e afirma que recebem cada vez mais consultas de interessados. O investimento para abrir uma loja da marca hoje é de R$ 150 a R$ 450 mil, sem incluir o ponto.</p>
<p>O Brasil também é um mercado que se destaca para a marca: é o segundo maior fora dos Estados Unidos, onde a empresa tem cerca de 2 mil lojas. &#8220;Com a crise na Europa, que está parecendo mais séria, a atividade industrial lá fora está muito parada, o que coloca o Brasil em uma situação ainda mais privilegiada, a de segundo mercado, tanto para veículos quanto para pneus&#8221;, afirmou. O gerente de Expansão da rede, Jurandir Machado, completa que o País possui uma extensa malha rodoviária, pela qual caminhões rodam muito, sendo que o objetivo da rede é estar em pontos estratégicos nas rodovias federais e estaduais e com maior concentração de frotas.</p>
<p>Segundo o executivo, fabricantes de pneus como a Bridgestone, detentora da marca Firestone, &#8220;perceberam que não é só vender pneus&#8221;, que para se manter no mercado precisavam oferecer mais serviços, como o de recapagem e manutenção de freios e suspensão, que rendem duas vezes mais que a venda de produtos e elevam o tíquete médio na loja. Com a estratégia de também reforçar esses serviços, a Brigestone adquiriu recentemente a Bandag, multinacional norte-americana que produz materiais e equipamentos para recapagem de pneus, de onde se origina o novo nome, Bridgestone Bandag Tire Solutions.</p>
<p>A companhia, que também estuda outros formatos de redes e franquias para alcançar o segmento de veículos mais leves, hoje faz concessão de sua marca para outras lojas e possui também revendas apenas de pneus.</p>
<p>Dos concorrentes, o grupo DPaschoal, que vende apenas pneus da Goodyear e também oferece produtos e serviços para veículos, é outro que passou por um grande processo de reestruturação nos últimos anos e está preparado para avançar. Hoje, está com 600 pontos-de-venda e faturou R$ 1,5 bilhão em 2009, mas está com a meta de crescer 25% este ano e chegar a 1 mil pontos-de-venda até 2011. Para atingir essa meta, a companhia, que conta com outras bandeiras e modelos de credenciados, e ainda este ano lançará um novo modelo, que acredita que fará com que a rede triplique de tamanho.</p>
<p>De acordo com Nelson Bechara, diretor da rede, &#8220;o modelo de credenciamento é mais simples e atrativo que o de franquias&#8221;, porque não exige pagamento de royalties, por exemplo, e facilita a expansão do grupo em um setor altamente informal e com alta taxa de mortalidade, como é o de borracharias e de oficinas, disse o executivo, depois de participar do fórum de gestão de franquias promovido pelo Grupo Bittencourt mês passado. Os modelos que hoje são as âncoras de crescimento da marca são o Rec Center, para atender linhas de veículos pesados e que já tem 105 credenciados, e o Top Service, para atender os veículos leves de passeio e com 242 credenciados.</p>
<p>O grupo, fundado por Donato Pachoal, ainda possui outras unidades além da rede DPaschoal, como a DPK, distribuidora de autopeças com 17 centros de distribuição, e o AutoZ, portal na internet que vende acessórios.</p>
<p>Outra rede de serviços automotivos que deve crescer é a Oficina Brasil, que tem hoje mais de 100 unidades e usa outra estratégia, com a meta de nos próximos cinco anos conquistar espaços para abrir em estacionamentos de shopping centers. A rede já tem parcerias com diversos hipermercados, como Carrefour, Extra, Walmart, mas quer ser âncora de estacionamentos de malls, o que impulsionará sua expansão.</p>
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		<title>Apenas 22% dos comerciários têm carteira assinada no país, diz CNTC</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 15:39:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>

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		<description><![CDATA[A regulamentação da profissão de comerciário poderá ajudar na redução da informalidade no setor que tem 34,5 milhões de trabalhadores, sendo que apenas 7,3 milhões têm carteira assinada, o que equivale a 22% da categoria, segundo informou hoje (25) o secretário da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC), José Augusto da Silva Filho, à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A regulamentação da profissão de comerciário poderá ajudar na redução da informalidade no setor que tem 34,5 milhões de trabalhadores, sendo que apenas 7,3 milhões têm carteira assinada, o que equivale a 22% da categoria, segundo informou hoje (25) o secretário da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC), José Augusto da Silva Filho, à Agência Brasil.</p>
<p>Segundo o secretário, a informalidade é uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos comerciários. “A partir do momento que não se contrata com carteira assinada, há uma reação em cadeia, um prejuízo para todo o mundo. Isso porque deixa de recolher Previdência Social, deixa de recolher fundo de garantia, deixa de recolher os encargos com o trabalhador, o empresário deixa de recolher os encargos para a União”.</p>
<p>Silva filho afirmou que a categoria quer implementar regras para a profissão por meio da regulamentação o que poderia, entre outras questões, garantir diretos trabalhistas. “Existe essa lacuna. Essa falta de regulamentação trás problemas como jornada prolongada, não pagamento de horas extras e exploração de banco de horas”.</p>
<p>Segundo pesquisa divulgada pela CNTC e elaborada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em 2009, 30% dos empregos gerados no país foram do setor de comércio, o que representa 297.175 empregos criados pelo comércio de um total de 995.110 novos empregos no Brasil.</p>
<p>Apesar do alto índice de empregos no setor, a pesquisa verificou problemas como jornada de trabalho acima da permitida por lei, que é de 44 horas semanais e baixos salários. Segundo a pesquisa, a média de horas trabalhadas pelos profissionais do comércio é de 46 horas semanais nas regiões metropolitanas e em regiões como Recife, a jornada média chega a 49 horas semanais.</p>
<p>De acordo com Silva, nas áreas mais distantes das regiões metropolitanas essas horas trabalhadas acabam sendo muito maiores. “Quando se fala em horas médias em alguns lugares essa jornada representa 48, 50 e até 52 horas semanais. Além disso, nas regiões metropolitanas há um controle maior por parte dos sindicatos, mas em regiões mais distantes essas horas acabam se tornando maiores”.</p>
<p>A pesquisa apontou ainda que os comerciários têm uma das remunerações mais baixas do setor, eles só perdem para os trabalhadores domésticos. Segundo a pesquisa, a remuneração média da categoria está entre R$ 625 em Recife e R$ 1.078 no Distrito Federal.</p>
<p>A pesquisa do Dieese sobre o comércio em 2009 foi realizada em seis regiões metropolitanas: Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito federal.</p>
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		<title>Vendas de notebooks crescem 43% no 1º trimestre, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 18:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[As vendas de notebooks saltaram 43% no primeiro trimestre, o maior crescimento anual em oito anos, impulsionado pela demanda dos consumidores por netbooks, afirmou a empresa de pesquisa de tecnologia Gartner nesta terça-feira (25). O preço médio de venda caiu 16%, para US$ 732, com muitos consumidores optando por netbooks de baixo custo &#8211;mini-notebooks com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As vendas de notebooks saltaram 43% no primeiro trimestre, o maior crescimento anual em oito anos, impulsionado pela demanda dos consumidores por netbooks, afirmou a empresa de pesquisa de tecnologia Gartner nesta terça-feira (25).</p>
<p>O preço médio de venda caiu 16%, para US$ 732, com muitos consumidores optando por netbooks de baixo custo &#8211;mini-notebooks com menos atributos&#8211; em vez de laptops mais sofisticados. As vendas totais de notebooks cresceram 21%, para US$ 36,1 bilhões.</p>
<p>A Hewlett-Packard permaneceu como a maior vendedora, com 19,2% do mercado, mas a segunda colocada Acer reduziu a diferença, aumentando suas vendas em 48%, ficando com uma fatia de 18,5%.</p>
<p>A taiwanesa Asustek, pioneira no segmento de netbooks com o Eee PC, mais que dobrou as vendas e ficou com 8,8% do mercado, em quinto lugar depois da Dell, a terceira colocada, e da Toshiba, em quarto lugar.</p>
<p>&#8220;Os mini-notebooks responderam por grande parte do aumento nas remessas de PCs portáteis no primeiro trimestre de 2010, com crescimento de 71%&#8221;, afirmou o principal analista da Gartner, Mikako Kitagawa.</p>
<p>&#8220;No entanto, a participação de mini-notebooks desacelerou em algumas regiões, à medida em que os consumidores começam a entender as limitações do equipamento, especialmente frente à redução de preços agressiva dos notebooks tradicionais&#8221;, acrescentou Kitagawa, em nota.</p>
<p>A Gartner afirmou ter observado certo aumento na demanda do mercado profissional, que deve acelerar no final do ano e em 2011, conforme as empresas começam a retomar as compras adiadas para substituir equipamentos.</p>
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